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	<title>Empreendedorismo | Rubian Extratos</title>
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		<title>Band Campinas &#124; Extrato de urucum diminui inflamação no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um produto lançado no mercado nacional para o tratamento de doenças associadas ao excesso de peso, que leva tecnologias licenciadas da Unicamp foi notícia no Jornal Band Cidade. &#160; As pesquisas conduzidas na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas identificaram que o extrato de urucum diminui a inflamação do fígado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um produto lançado no mercado nacional para o tratamento de doenças associadas ao excesso de peso, que leva tecnologias licenciadas da Unicamp foi notícia no Jornal Band Cidade.</em></p>
<p><span id="more-2418"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/11/band-campinas-extrato-de-urucum-diminui-inflamacao-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pesquisas conduzidas na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas identificaram que o extrato de urucum diminui a inflamação do fígado podendo auxiliar no tratamento para redução de gordura e no controle de colesterol no corpo.</p>
<p>Para disponibilização ao grande público, a empresa-filha da Unicamp, Rubian Extratos, trabalhou no desenvolvimento complementar das tecnologias chegando a um produto nutracêutico, chamado de Colliv, que está sendo comercializado, com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, para farmácias de manipulação.</p>
<p><strong>Assista à reportagem completa:</strong></p>
<p><iframe title="Band Campinas | Extrato de urucum diminui inflamação no fígado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/CxjJ4JXFK4A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/band-campinas-extrato-de-urucum-diminui-inflamacao-no-figado/">Band Campinas | Extrato de urucum diminui inflamação no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O maracujá, uma rica fonte de bioativos naturais para a indústria de alimentos e cosméticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detalhes sobre pesquisa que extraiu bioativos ricos em propriedade antienvelhecimento de sementes de maracujá, utilizando método novo, mais eficaz e sustentável que os atuais. &#160; PESQUISADORES DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS (FEA) DA UNICAMP, LIDERADOS PELO PROFESSOR JULIAN MARTÍNEZ E EM PARCERIA COM A RUBIAN EXTRATOS, EXTRAÍRAM DA SEMENTE DO MARACUJÁ BIOATIVOS RICOS EM [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Detalhes sobre pesquisa que extraiu bioativos ricos em propriedade antienvelhecimento de sementes de maracujá, utilizando método novo, mais eficaz e sustentável que os atuais.</em></p>
<p><span id="more-2404"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/09/o-maracuja-uma-rica-fonte-de-bioativos-naturais-para-a-industria-de-alimentos-e-cosmeticos/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<h5>PESQUISADORES DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS (FEA) DA UNICAMP, LIDERADOS PELO PROFESSOR JULIAN MARTÍNEZ E EM PARCERIA COM A RUBIAN EXTRATOS, EXTRAÍRAM DA SEMENTE DO MARACUJÁ BIOATIVOS RICOS EM PROPRIEDADES QUE PREVINEM O ENVELHECIMENTO DA PELE USANDO UM NOVO MÉTODO, MAIS EFICAZ E SUSTENTÁVEL, PARA A OBTENÇÃO DOS EXTRATOS.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto: Christian Marra | Fotos: Divulgação Rubian Extratos e Thais Oliveira</strong> | Substituir ingredientes com aditivos químicos ou industrializados por insumos naturais é um dos principais caminhos que buscam hoje as indústrias alimentícia, cosmética e nutracêutica (fabricante de suplementos alimentares e de substâncias que previnem doenças). O consumidor está mais exigente e tem dado preferência a produtos constituídos de ingredientes naturais e com menos riscos de danos à sua saúde. Melhor ainda se esses ingredientes forem amigáveis ao ambiente. Nessa corrida por insumos mais saudáveis e ambientalmente sustentáveis, o maracujá tem se destacado como uma valiosa fonte de bioativos benéficos ao organismo e, ao mesmo tempo, viável ao seu aproveitamento comercial. Estes foram os resultados de pesquisas desenvolvidas em parceria entre especialistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (FEA Unicamp) e da Rubian Extratos, uma empresa-filha da Unicamp que já oferece no mercado, com sucesso, os extratos de bioativos do maracujá, completando assim o ciclo da inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>AS RICAS PROPRIEDADES DO MARACUJÁ</h2>
<p>As pesquisas foram conduzidas na FEA Unicamp por um grupo liderado pelo professor Julian Martínez, que constatou que o maracujá reserva em suas sementes compostos bioativos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele. “Isso se deve às suas propriedades que estimulam a renovação celular e a produção de colágeno”, explica o professor Martínez. Atuando como parceira nessas pesquisas, a Rubian Extratos licenciou a patente, depositada com o apoio da Agência de Inovação Inova Unicamp, para oferecer os extratos de bioativos do maracujá no mercado. Hoje, a Rubian fornece esses extratos sobretudo a empresas do setor de cosméticos, que usam os bioativos do maracujá como componentes de produtos como séruns e de loções hidratantes ou de limpeza da pele. As pesquisas a partir de um complexo antioxidante contendo bioativos naturais recombinados da semente do maracujá, que constatou as suas propriedades antienvelhecimento, começaram há alguns anos. Além de propriedades antioxidantes e de prevenção ao envelhecimento da pele, a emulsão desenvolvida apresentou características sensoriais adequadas ao seu uso pela indústria cosmética. Segundo o professor Martínez, os extratos combinados na forma de miniemulsões concentram num único produto as propriedades bioativas da parte lipídica e hidroetanólica do maracujá (<em>Passiflora edulis</em>). Outras pesquisas já demonstram que esses extratos obtidos possuem capacidade de inibição das enzimas responsáveis pela degradação da elastina e do colágeno, além de promover a proliferação de queratinócitos, que atuam na renovação celular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>UM NOVO MÉTODO PARA A OBTENÇÃO DOS EXTRATOS</h2>
<p>Outros importantes resultados das pesquisas conduzidas pela equipe do professor Martínez não se limitaram às propriedades benéficas do maracujá, mas se estenderam ao seu método de extração. Esta é também uma importante questão para a indústria, pois além de priorizar o uso de extratos vegetais ricos em bioativos, os fabricantes também procuram servir-se de métodos de obtenção dos extratos que sejam eficazes e não agressivos ao ambiente. As técnicas convencionais apresentam problemas relacionados ao seu rendimento, ao tempo de obtenção e ao uso de solventes, ou seja, podem comprometer a qualidade dos extratos e ainda causar danos ambientais. A nova tecnologia desenvolvida para o processo de extração utiliza fluidos pressurizados para obter os compostos bioativos do maracujá. Através de um método de extração contínuo, que permite que o solvente isento de soluto permeie os poros das partículas da matéria-prima, torna-se possível intensificar a extração, ou seja, permite-se aumentar a produtividade do extrato. Além disso, o método desenvolvido facilita o escalonamento do processo, algo vital para a indústria, que pode produzir o extrato em larga escala para seu aproveitamento em alimentos, fármacos, nutracêuticos e cosméticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A RUBIAN EXTRATOS, UMA PARCEIRA ESTRATÉGICA NAS PESQUISAS</h2>
<p>O avanço das pesquisas com base no maracujá, entre outras fontes naturais, pela equipe da FEA Unicamp tem contado, há alguns anos, com uma importante parceria com a Rubian Extratos, uma empresa-filha da Unicamp. O professor Martínez explica que “o trabalho do nosso grupo de pesquisa com a Rubian Extratos começou há alguns anos, a partir do interesse da empresa no que vínhamos desenvolvendo, como a extração de bioativos a partir do bagaço de maracujá, que gerou um pedido de patente e um licenciamento de tecnologia pela Rubian”.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">O engenheiro químico Eduardo Aledo, gerente-geral e um dos sócios da Rubian Extratos, destaca a importância dessa parceria com os pesquisadores da FEA no desenvolvimento da empresa: “trabalhamos em parceria contínua com a Unicamp. Fazemos a ponte entre o conhecimento técnico e científico com o mercado. O desenvolvimento dos nossos bioativos passa sempre pela academia, e esse é um dos nossos principais diferenciais competitivos”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>A Rubian desenvolve e produz extratos vegetais ricos em bioativos, usados como insumos na fabricação de produtos da indústria cosmética, de alimentos e de suplementos alimentares. A empresa teve seu início na Unicamp em 2014, quando os sócios participaram da competição Desafio Unicamp, organizada pela Inova, e isso despertada a ideia de criar uma startup usando como base de seus negócios as tecnologias da Unicamp. Na sequência, a startup ingressou no programa de incubação da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp) e, desde então, passou a licenciar patentes de novos processos de extração e de aplicação de bioativos naturais, desenvolvidos em parceria com pesquisadores da FEA. A Rubian Extratos atua sobretudo no ramo B2B como fornecedora desses insumos, que se destacam pela sua qualidade superior. Segundo Eduardo Aledo, um dos sócios fundadores da Rubian e que foi mentor empresarial da equipe que competiu no Desafio Unicamp, a razão desse nível são os contínuos investimentos em pesquisa, em parceria com a Unicamp e com outras instituições, que resultam em bioativos com um patamar de qualidade incomum no mercado:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“Os produtos que oferecemos são desenvolvidos após muita pesquisa científica e exaustivos testes. E essa base em dados científicos atesta a nossa credibilidade e garante mais segurança aos nossos clientes. No mercado, existem empresas de extratos com uma variedade enorme em seu menu de produtos. Mas estão longe de ter a mesma profundidade científica nós buscamos alcançar. Assim trabalhamos com bioativos mais seletivos e que conseguem preservar melhor as propriedades originais das matrizes e sementes, o que garante um desempenho superior”, explica Aledo.</p>
</blockquote><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/o-maracuja-uma-rica-fonte-de-bioativos-naturais-para-a-industria-de-alimentos-e-cosmeticos/">O maracujá, uma rica fonte de bioativos naturais para a indústria de alimentos e cosméticos</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Empresa lança cosmético feito a partir de bagaço de maracujá</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/empresa-lanca-cosmetico-feito-a-partir-de-bagaco-de-maracuja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 12:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[cosmético]]></category>
		<category><![CDATA[FAPESP]]></category>
		<category><![CDATA[maracujá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bagaço do maracujá agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada. &#160; Fábio de Castro  &#124;  Pesquisa para Inovação – O bagaço de maracujá, geralmente descartado pela indústria de sucos, possui compostos bioativos cujas propriedades têm aplicações promissoras no mercado de cosméticos. Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bagaço do maracujá agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada.</em></p>
<p><span id="more-2140"></span></p>
<a href="https://pesquisaparainovacao.fapesp.br/empresa_lanca_cosmetico_feito_a_partir_de_bagaco_de_maracuja/1991?fbclid=IwAR1pKD62-44tw0u6FhdVZYnSlEP2RCg1zYgW-5iTbcIO334o0KHA6c26mSI" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website FAPESP &#8211; Pesquisa para Inovação</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fábio de Castro  |  Pesquisa para Inovação</strong> – O bagaço de maracujá, geralmente descartado pela indústria de sucos, possui compostos bioativos cujas propriedades têm aplicações promissoras no mercado de cosméticos. Esse resíduo industrial agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada.</p>
<p>Com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/96973/pesquisa-e-desenvolvimento-para-a-obtencao-de-miniemulsoes-usando-extratos-bioativos-do-bagaco-de-ma/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apoio</a></strong> do <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/266/pesquisa-inovativa-em-pequenas-empresas-pipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas</a></strong> (<strong><a href="https://fapesp.br/pipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PIPE</a></strong>), a empresa Rubian Extratos desenvolveu uma miniemulsão que é a base do complexo antioxidante Rejuvenate. A inovação também tem potencial para várias outras rotas de aplicação.</p>
<p>De acordo com o engenheiro químico Eduardo Aledo, um dos sócios da empresa, o projeto incluiu uma bateria de testes que comprovaram a performance e a segurança do produto.</p>
<p>&#8220;O bagaço do maracujá é um resíduo da indústria de sucos que é descartado ou, na melhor das hipóteses, utilizado na produção de ração animal. Nosso objetivo era transformar esse rejeito em algo de valor, com um propósito de sustentabilidade&#8221;, diz Aledo.</p>
<p>Os pesquisadores conseguiram recombinar os extratos presentes no bagaço na forma de uma miniemulsão – um tipo de emulsão cujas gotículas têm escala micrométrica – e realizar testes <em>in vitro</em> para identificar marcadores de poder antioxidante e de inibição de enzimas que causam degradação do colágeno e da elastina na pele.</p>
<p>&#8220;Com base nisso conseguimos comprovar as rotas metabólicas de atuação e os mecanismos celulares envolvidos naqueles bioativos&#8221;, afirma o engenheiro de alimentos <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/692988/philipe-dos-santos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Philipe dos Santos</a></strong>, também sócio da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Redução de manchas e rugas</strong></h2>
<p>A atuação dos bioativos presentes no bagaço de maracujá no combate de manchas da pele também foi mapeada e, a partir daí, os pesquisadores comprovaram uma rota específica de atuação do Rejuvenate na inibição da enzima responsável pela produção de melanina. Foi ainda identificado aumento da expressão gênica de marcadores relacionados a longevidade celular.</p>
<p>&#8220;Além disso, em fevereiro, fizemos um teste clínico com 16 mulheres selecionadas e conseguimos comprovar algumas das propriedades do produto, como a redução de manchas, uma redução significativa no nível de rugas e aumento da hidratação facial&#8221;, diz Santos.</p>
<p>Segundo Aledo, a empresa nasceu em 2015, após o Desafio Unicamp – uma competição que estimula a criação de negócios a partir de tecnologias e patentes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>&#8220;A empresa surgiu como uma iniciativa de graduandos, dentro do desafio da Unicamp, que é um estímulo ao empreendedorismo no qual a universidade disponibiliza seu portfólio de patentes para que os alunos escolham uma tecnologia e, com ela, desenvolvam um modelo de negócios&#8221;, explica Aledo.</p>
<p>Inicialmente, a empresa desenvolveu uma tecnologia de produção de um extrato da semente de urucum, para o qual também teve um projeto <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/98617/caracterizacao-dos-bioativos-do-complexo-oleaginoso-extraido-da-semente-de-urucum-bixa-orellana-por-/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apoiado</a></strong> pelo PIPE-FAPESP. Em seguida, passou a trabalhar no desenvolvimento do produto com base no bagaço de maracujá.</p>
<p>&#8220;Estabelecemos nosso modelo de negócios com base em quatro pilares: reconhecer as matrizes vegetais e seus bioativos funcionais; a utilização de processos limpos e verdes; a caracterização dos produtos e a demonstração de que são eficientes e seguros e, por fim, o trabalha fundamentado em uma proposta de sustentabilidade&#8221;, afirma Aledo.</p>
<p>Como ponto de partida da inovação, os pesquisadores se dedicaram ao aprimoramento de um processo de produção limpa dos compostos de bagaço de maracujá, que havia sido patenteado em 2011 pelos professores Julian Martínez e Juliane Viaganó, da Unicamp.</p>
<p>&#8220;Em 2017, fui chamado para trabalhar com a empresa e, partindo dessa patente, trabalhamos na emulsificação desses bioativos para uso no mercado cosmético. Ainda em 2017 submetemos um projeto ao Programa PIPE-FAPESP e obtivemos apoio&#8221;, diz Santos, que se tornou sócio da empresa em 2021.</p>
<p>Na fase 1 do PIPE-FAPESP, os pesquisadores fizeram a validação do protótipo para verificar se os extratos tinham bioatividade e poderiam ser utilizados como cosméticos. Na <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102577/pesquisa-e-desenvolvimento-para-a-obtencao-de-miniemulsoes-usando-extratos-bioativos-do-bagaco-de-ma/=">fase 2</a></strong>, trabalharam na padronização e elaboração dos extratos.</p>
<p>Com uso exclusivo de técnicas limpas, o bagaço que sobra da indústria passa por um processamento, é padronizado e submetido às duas extrações que haviam sido patenteadas. Dois extratos são obtidos, um lipídico e um aquoso. &#8220;Ambos têm bioativos de interesse: o extrato lipídico apresenta tocotrienóis, carotenoides e ácidos graxos e o extrato aquoso possui polifenóis&#8221;, explica Santos.</p>
<p>Em seguida os extratos são emulsificados. &#8220;O que fazemos é basicamente desconstruir o bagaço do maracujá e reconstruí-lo em uma forma emulsionada, de acordo com a necessidade do cliente&#8221;, diz.</p>
<p>Por ser um resíduo, há uma dificuldade muito grande na padronização, segundo Santos. Foi nisso que os pesquisadores trabalharam na fase 2 do projeto, a fim de se aproximarem do produto final voltado ao consumidor.</p>
<p>&#8220;Desenvolvemos um método de padronização, removendo o que não queremos – caules, folhas, pedaços de casca – e deixamos um pouco de polpa e semente. A partir de imagens, utilizamos um algoritmo que nos permite predizer a qualidade do material e se está apto a ser utilizado no processo extrativo&#8221;, afirma Santos.</p>
<p>A miniemulsão foi submetida a testes de citotoxicidade, genotoxicidade, fototoxicidade e a testes de sensibilização dérmica. Como a miniemulsão é um ativo utilizado em uma fórmula cosmética, foi preciso também realizar inúmeros ensaios de protótipos com diferentes concentrações. Assim, o produto foi testado em fórmulas de hidratantes faciais, loções de limpeza e em fórmulas utilizadas em farmácias de manipulação.</p>
<p>&#8220;A miniemulsão mostrou um amplo espectro de aplicação. É um produto minimalista, vegano, 100% natural e em toda sua produção não é utilizado nenhum insumo de origem sintética. Por isso há um grande número de rotas de aplicação&#8221;, afirma Santos.</p>
<p>Os testes mostraram também que o produto possui piceatanol, uma molécula que é da mesma classe do resveratrol, uma substância conhecida como &#8220;molécula da longevidade&#8221;, que é amplamente aplicada em cosméticos e alimentos. &#8220;É um resultado importante, porque o piceatanol é melhor que o resveratrol e o mercado cosmético sempre busca inovação&#8221;, compara Santos.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, o produto pode ter aplicação também dentro de um conceito de alimentação. &#8220;De fato, é um produto que se pode comer. Ele pode ser considerado não apenas para a suplementação tópica, como para suplementação oral. Hoje o mercado ligado aos cuidados com a pele tem um modelo muito associado à saúde e alimentação, então também pensamos nas duas vias – como produto para a pele e alimento&#8221;, explica.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/empresa-lanca-cosmetico-feito-a-partir-de-bagaco-de-maracuja/">Empresa lança cosmético feito a partir de bagaço de maracujá</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tecnologia limpa obtém óleo de urucum e sementes desengorduradas livres de resíduos tóxicos</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-limpa-obtem-oleo-de-urucum-e-sementes-desengorduradas-livres-de-residuos-toxicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 16:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um método para extração de óleo de urucum e de sementes desengorduradas no estado supercrítico – ou seja, em temperaturas e pressão acima do ponto crítico e que utiliza gás carbônico como solvente – foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Em 2015, o processo foi licenciado para a empresa Rubian Xtract, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-limpa-obtem-oleo-de-urucum-e-sementes-desengorduradas-livres-de-residuos-toxicos/">Tecnologia limpa obtém óleo de urucum e sementes desengorduradas livres de resíduos tóxicos</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.inova.unicamp.br/cases-de-licenciamento/rubian-2015/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small popup_link">Originalmente publicado em Inova Unicamp</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um método para extração de óleo de urucum e de sementes desengorduradas no estado supercrítico – ou seja, em temperaturas e pressão acima do ponto crítico e que utiliza gás carbônico como solvente – foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Em 2015, o processo foi licenciado para a empresa Rubian Xtract, atualmente estabelecida na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp). Voltada para a saúde e bem-estar, a Rubian desenvolve pesquisas de produtos e serviços para a obtenção de extratos vegetais de alta qualidade.</p>
<p>A professora Maria Ângela de Almeida Meireles, da FEA, é a responsável pelos estudos que originaram o processo e explica que a tecnologia é baseada na remoção da camada de lipídeos – compostas por carbono, hidrogênio e oxigênio, fisicamente caracterizadas por serem insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos, como o álcool, benzina, éter, clorofórmio e acetona – que envolve o fruto. “Os lipídeos e os terpenos protegem e dificultam a extração das substâncias que atribuem cor, a bixina e a norbixina. A remoção desta camada traz como benefícios: permitir a extração do óleo de urucum, um produto muito rico em antioxidantes, e a obtenção dos compostos corantes da semente desengordurada”, afirma. Segundo a professora, devido às propriedades do urucum e aos benefícios encontrados na tecnologia, o processo pode ser empregado nos setores alimentícios, nutracêuticos, de cosméticos e farmacêuticos.</p>
<p>Dentre os principais diferenciais da tecnologia licenciada estão o melhor aproveitamento do óleo de urucum, produto de alto valor agregado e normalmente descartado pelos processos convencionais de obtenção de colorantes, e o fato de ser uma tecnologia limpa – uma vez que resulta em um óleo e sementes livres de resíduos tóxicos. O processo gera, simultaneamente, óleo de urucum rico em tocotrienol – que faz parte da família da vitamina E – e sementes desengorduradas, com uma perda menor que 0,01% de concentração da bixina para posterior extração de corantes, sem acúmulo de resíduos ou solventes. “A utilização de gás carbônico torna o processo limpo e sem agentes tóxicos”, completa Alex Matioli, graduado em gestão do Agronegócio e gerente financeiro da Rubian.</p>
<p>A empresa licenciada acredita também no potencial da bixina existente na semente de urucum, substância com alto poder colorante, sendo um dos principais compostos utilizados na indústria de corantes naturais para alimentos. Na opinião de Matioli, sementes desengorduradas possibilitariam um rendimento maior em processos de extração utilizados por indústrias de corantes por possuir baixo teor de óleo, o que é tido como um inconveniente em tais processos. Outro fator relevante é que as sementes de urucum possuem uma fina camada composta de lipídeos, rica em tocotrienóis, nutriente essencial para o corpo – e terpenos, importante fármaco que atua como coadjuvante no combate a diversos tipos de câncer.</p>
<p>“Além de ser um processo limpo e que possibilita a extração de óleos na natureza real de seus produtos, o tocotrienol vem sendo apontado como a próxima geração da vitamina E porque contém alta atividade antioxidante, de redução do envelhecimento, colesterol e de prevenção do câncer. Tais características tornam o óleo gerado no processo atrativo para a indústria. Os benefícios desta tecnologia para o meio ambiente, assim como os impactos sociais de seus produtos finais foram os motivadores para o licenciamento”, defende Matioli.</p>
<p>A principal motivação para o desenvolvimento deste processo foi o de facilitar a obtenção dos compostos corantes e o de obter um produto de grande potencial tecnológico dado à composição do óleo de urucum. “Na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi realizado estudo da casca do fruto – a cachopa – onde ficam as sementes, em que se constatou que é fonte de Nitrogênio, podendo ser usado como adubo e energia, através da queima da biomassa. Outros estudos estão sendo executados para avaliar a ação bactericida dos extratos da cachopa. A intenção é também agregar valor aos subprodutos dos processos de produção do óleo e corantes de urucum, através do aproveitamento integral”, aponta Carolina Lima Cavalcanti de Albuquerque, então aluna de doutorado durante o desenvolvimento do processo e que, atualmente, é professora da UFPB.</p>
<p>Muito embora a tecnologia ainda não esteja integralmente implantada na empresa, o gerente financeiro diz que há grandes possibilidades de exploração não apenas do urucum, mas também de outras plantas da biodiversidade brasileira, sempre levando em conta o fator sustentável deste processo. O trabalho da startup com a tecnologia teve início durante a edição de 2014 do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica, no qual a equipe foi finalista e teve a oportunidade de começar a elaborar um modelo de negócios para a patente, depositada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2013.</p>
<p>Tanto na visão dos responsáveis pela tecnologia, quanto da empresa licenciada, a Agência de Inovação Inova Unicamp teve um papel importante durante o Desafio Unicamp e também após a competição, fato que possibilitou o licenciamento do processo. “A Inova nos deu suporte para viabilizar os estudos e parcerias entre laboratórios, assim como o amparo de profissionais para esclarecer dúvidas técnicas e jurídicas”, finaliza Matioli.</p>
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<p><strong>Patente licenciada</strong>: Processo de obtenção de urucum e sementes desengorduradas – BR 10 2013 003314 6</p>
<p><strong>Tipo de licenciamento</strong>: não exclusivo</p>
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		<title>Alto desempenho, segurança e sustentabilidade são destaques de extrato vegetal da Rubian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 16:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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<p>A partir de matrizes vegetais, como o urucum e o maracujá, a startup Rubian está desenvolvendo extratos vegetais de alto desempenho e segurança, voltados para a produção industrial no setor de Saúde e Bem-estar. Com benefícios associados ao antienvelhecimento da pele, atividades cardiovasculares e combate à obesidade, os produtos obtidos são biodegradáveis e não nocivos à saúde, uma vez que não utiliza solventes tóxicos. A empresa apresentará seu produto no escopo do 3º InovaCampinas, que ocorre nos dias 20 e 21 de outubro, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC).</p>
<p>“Os extratos são obtidos através de tecnologia de extração por fluidos pressurizados e contém ingredientes bioativos com atividades vitamínicas, antioxidantes, anti-inflamatórias e corantes para utilização em diversos mercados e segmentos, como os de cosméticos, nutracêuticos e alimentícios”, esclarece Eduardo Aledo, sócio e gerente geral da Rubian. Em adicional, Aledo declara que o processo de extração com CO₂ supercrítico é reconhecido por não gerar danos ao meio-ambiente, reforçando o posicionamento de responsabilidade social da empresa.</p>
<p>Segundo ele, o processo utilizado pela Rubian também se diferencia dos demais pela obtenção de um produto com ingredientes de qualidade e alta performance, uma vez que não ocorre a degradação das características originais das matrizes vegetais. “Atualmente, existem diversas preocupações no mercado em relação à credibilidade dos produtos sendo comercializados em termos de eficácia e segurança dos usuários”, declara o sócio. Neste sentido, os extratos da Rubian apresentam-se como alternativa a este problema por não utilizarem solventes prejudiciais à saúde dos clientes.</p>
<p>Fundada em 2015 a partir do Desafio Unicamp e atualmente incubada na Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp), a startup estará presente no Fórum InovaCampinas no dia 21 de outubro, no período da manhã. Sobre a participação da Rubian, Aledo objetiva “desenvolver conexões para futuras alianças, sinergias e oportunidades de alavancagem de investimentos nos diversos mercados dentro e fora do Brasil”.</p>
<p>Para mais informações sobre a Rubian, acesse: <a href="http://www.inova.unicamp.br/incamp/portfolio_page/rubian/">http://www.inova.unicamp.br/incamp/portfolio_page/rubian/</a></p>
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		<title>Urucum trata feridas difíceis e queimaduras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 14:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[Urucum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O acaso, a capacidade de observação e alguma teimosia mudaram radicalmente a rotina do mecânico Aloísio José Pires e do pesquisador Paulo Cesar Stringheta, em Viçosa, Minas Gerais. Ao manipular extratos de urucum com pequenas feridas nas mãos – decorrentes de sua atividade na oficina mecânica – Aloísio reparou na rapidez da cicatrização. Curioso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="http://conexaoplaneta.com.br/blog/urucum-trata-feridas-dificeis-e-queimaduras/" rel="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout">Originalmente publicado em Conexão Planeta</a>
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<p>O acaso, a capacidade de observação e alguma teimosia mudaram radicalmente a rotina do mecânico <em>Aloísio José Pires</em> e do pesquisador<em> Paulo Cesar Stringheta</em>, em Viçosa, Minas Gerais. Ao manipular extratos de <strong>urucum</strong> com pequenas <strong>feridas</strong> nas mãos – decorrentes de sua atividade na oficina mecânica – Aloísio reparou na rapidez da <strong>cicatrização</strong>. Curioso, comentou o fato com Stringheta, doutor em Ciência de Alimentos e professor titular do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa (<em>UFV</em>).</p>
<p>Juntos, eles então deram início a um longo estudo sobre as propriedades cicatrizantes do urucum. E acabaram por registrar uma patente e criar o Laboratório Profitus para a produção de pomadas adjuvantes da cicatrização de <strong>queimaduras</strong> e feridas difíceis.</p>
<p>Originário da América tropical e com distribuição pelos estados brasileiros do Amazonas, Maranhão, Ceará e Bahia, o urucum (<em>Bixa orellana</em>) é um arbusto de folhas largas e flores rosadas. Os frutos são pequenos ouriços, recobertos por espinhos maleáveis. Quando amadurecem, exibem sementes vermelhas, tradicionalmente utilizadas por indígenas de diversas etnias para <strong>pinturas corporais</strong> e <strong>proteção da pele</strong> contra picadas de insetos.</p>
<p>Hoje a espécie é cultivada em todo o Brasil para uso como <strong>colorante alimentício</strong>, tanto em receitas domésticas (<strong>colorau</strong>) como em produtos industriais (iogurtes, massas, salgadinhos, salsichas, linguiças). Mesmo tecidos e palhas são tingidos com urucum, em peças de artesanato com corantes naturais.</p>
<p>Os extratos glicólicos de urucum contém vitamina C, flavonoides e os carotenoides bixina e orelina, estes usados para filtrar a radiação ultravioleta do sol. Várias formulações de bronzeadores e filtros solares disponíveis no mercado contém urucum. Mas essa ação cicatrizante do extrato feito com as sementes só ganhou a atenção de cientistas depois que Stringheta ouviu o relato do mecânico Aloísio.</p>
<p>A pesquisa levou 17 anos e muitas horas de testes até ser aprovada e finalmente chegar ao mercado, em 4 pomadas com formulações diferentes, todas tendo urucum como base. Segundo informa <em>Péricles Fernandes</em>, diretor de produção da Profitus, as pomadas são adjuvantes do tratamento de feridas difíceis e escaras em <strong>diabéticos</strong> (<em>Mellitus Derm</em>); agem nas lesões derivadas de <strong>dermatites</strong> e <strong>psoríase</strong> (<em>Newderm</em>); promovem a regeneração da pele em casos de queimaduras causadas por aparelhos estéticos, como os de depilação a laser, ou provocadas por fogo, água quente, óleo quente, radiação solar e <em>peelings</em> químicos (<em>Dermalive</em>), e aceleram a cura de feridas, lesões e hematomas em pessoas de idade (<em>Golden Age</em>). Neste último caso, o urucum ganha o reforço da babosa (<em>Aloe vera</em>), cujo uso cosmético e cicatrizante é amplamente conhecido.</p>
<p>As 4 pomadas começaram a ser vendidas em farmácias de Viçosa há 3 meses. “Os resultados foram excelentes e ampliamos a distribuição para outras áreas, como Belo Horizonte e São Paulo”, conta Fernandes. Em breve, os produtos devem chegar a outras regiões do Brasil e mesmo outros países. Também há vendas <em>online</em>, no site do Laboratório Profitus, que é vinculado à <em>Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UFV</em> desde 2006, quando o extrato de urucum cicatrizante foi patenteado.</p>
<p>O mecânico Aloísio José Pires e o pesquisador Paulo Cesar Stringheta são sócios no Laboratório Profitus. Felizmente persistiram na ideia de disponibilizar sua descoberta ao público, mesmo depois de passar quatro anos (entre 2006 e 2010) sem recursos para iniciar a fabricação comercial. Graças a essa persistência, os pacientes com lesões difíceis hoje têm uma opção para abreviar a cicatrização, com o “carimbo” da <strong>biodiversidade brasileira</strong>!</p>
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		<title>Unicamp promove desafio que incentiva criação de novas empresas</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/unicamp-promove-desafio-que-incentiva-criacao-de-novas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 14:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Para levar as tecnologias da universidade ao mercado, a Unicamp está disponibilizando mais de 50 patentes de seu portfólio para alunos e interessados em empreendedorismo de todo o Brasil e que queiram desenvolver modelos de negócios e transformá-los em startups. Os trabalhos serão realizados durante o Desafio Unicamp 2017 de Inovação e Tecnologia, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.portalcbncampinas.com.br/2017/03/unicamp-promove-desafio-que-incentiva-criacao-de-novas-empresas/" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout">Originalmente publicado em CBN Brasil</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para levar as tecnologias da universidade ao mercado, a Unicamp está disponibilizando mais de 50 patentes de seu portfólio para alunos e interessados em empreendedorismo de todo o Brasil e que queiram desenvolver modelos de negócios e transformá-los em startups. Os trabalhos serão realizados durante o Desafio Unicamp 2017 de Inovação e Tecnologia, uma competição de empreendedorismo baseada nas tecnologias da universidade, organizada pela agência de inovação Inova Unicamp e que permite a participação de alunos ou empreendedores de todo o Brasil. A gerente do Parque Científico Tecnológico da Unicamp, Mariana Zanatta, explica que um dos objetivos é integrar os inventores das patentes com os empreendedores e assim <em>startar</em> novos negócios.</p>
<p>Mariana Zanatta explicou ainda que em cada um dos seis anos anteriores do Desafio Unicamp uma nova empresa foi criada. E não são, segundo a gerente do parque Científico e Tecnológico, só os projetos vencedores do Desafio que podem se tornar empresas reais. Outra preocupação é quanto a integração de profissionais, estudantes e investidores de várias áreas.</p>
<p>Um dos exemplos de patente que virou empresa, graças a tecnologia aliada com o espirito empreendedor de estudantes, é a Rubian, empresa voltada para a saúde e bem-estar, desenvolve pesquisas de produtos e serviços para a obtenção de extratos vegetais de alta qualidade. Eduardo Aledo é diretor da empresa e afirma que o Desafio Unicamp propõe a integração de públicos.</p>
<p>Alunos de graduação, pós graduação e empreendedores podem se inscrever até 26 de março através do site inova.unicamp.br/desafio. A inscrição é de graça.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/unicamp-promove-desafio-que-incentiva-criacao-de-novas-empresas/">Unicamp promove desafio que incentiva criação de novas empresas</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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