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	<title>Extratos Vegetais | Rubian Extratos</title>
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		<title>Empresa lança cosmético feito a partir de bagaço de maracujá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 12:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[cosmético]]></category>
		<category><![CDATA[FAPESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bagaço do maracujá agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada. &#160; Fábio de Castro  &#124;  Pesquisa para Inovação – O bagaço de maracujá, geralmente descartado pela indústria de sucos, possui compostos bioativos cujas propriedades têm aplicações promissoras no mercado de cosméticos. Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bagaço do maracujá agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada.</em></p>
<p><span id="more-2140"></span></p>
<a href="https://pesquisaparainovacao.fapesp.br/empresa_lanca_cosmetico_feito_a_partir_de_bagaco_de_maracuja/1991?fbclid=IwAR1pKD62-44tw0u6FhdVZYnSlEP2RCg1zYgW-5iTbcIO334o0KHA6c26mSI" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website FAPESP &#8211; Pesquisa para Inovação</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fábio de Castro  |  Pesquisa para Inovação</strong> – O bagaço de maracujá, geralmente descartado pela indústria de sucos, possui compostos bioativos cujas propriedades têm aplicações promissoras no mercado de cosméticos. Esse resíduo industrial agora é a matéria-prima de um produto antienvelhecimento para a pele, produzido de forma sustentável, com atuação antioxidante testada e comprovada.</p>
<p>Com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/96973/pesquisa-e-desenvolvimento-para-a-obtencao-de-miniemulsoes-usando-extratos-bioativos-do-bagaco-de-ma/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apoio</a></strong> do <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/266/pesquisa-inovativa-em-pequenas-empresas-pipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas</a></strong> (<strong><a href="https://fapesp.br/pipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PIPE</a></strong>), a empresa Rubian Extratos desenvolveu uma miniemulsão que é a base do complexo antioxidante Rejuvenate. A inovação também tem potencial para várias outras rotas de aplicação.</p>
<p>De acordo com o engenheiro químico Eduardo Aledo, um dos sócios da empresa, o projeto incluiu uma bateria de testes que comprovaram a performance e a segurança do produto.</p>
<p>&#8220;O bagaço do maracujá é um resíduo da indústria de sucos que é descartado ou, na melhor das hipóteses, utilizado na produção de ração animal. Nosso objetivo era transformar esse rejeito em algo de valor, com um propósito de sustentabilidade&#8221;, diz Aledo.</p>
<p>Os pesquisadores conseguiram recombinar os extratos presentes no bagaço na forma de uma miniemulsão – um tipo de emulsão cujas gotículas têm escala micrométrica – e realizar testes <em>in vitro</em> para identificar marcadores de poder antioxidante e de inibição de enzimas que causam degradação do colágeno e da elastina na pele.</p>
<p>&#8220;Com base nisso conseguimos comprovar as rotas metabólicas de atuação e os mecanismos celulares envolvidos naqueles bioativos&#8221;, afirma o engenheiro de alimentos <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/692988/philipe-dos-santos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Philipe dos Santos</a></strong>, também sócio da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Redução de manchas e rugas</strong></h2>
<p>A atuação dos bioativos presentes no bagaço de maracujá no combate de manchas da pele também foi mapeada e, a partir daí, os pesquisadores comprovaram uma rota específica de atuação do Rejuvenate na inibição da enzima responsável pela produção de melanina. Foi ainda identificado aumento da expressão gênica de marcadores relacionados a longevidade celular.</p>
<p>&#8220;Além disso, em fevereiro, fizemos um teste clínico com 16 mulheres selecionadas e conseguimos comprovar algumas das propriedades do produto, como a redução de manchas, uma redução significativa no nível de rugas e aumento da hidratação facial&#8221;, diz Santos.</p>
<p>Segundo Aledo, a empresa nasceu em 2015, após o Desafio Unicamp – uma competição que estimula a criação de negócios a partir de tecnologias e patentes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>&#8220;A empresa surgiu como uma iniciativa de graduandos, dentro do desafio da Unicamp, que é um estímulo ao empreendedorismo no qual a universidade disponibiliza seu portfólio de patentes para que os alunos escolham uma tecnologia e, com ela, desenvolvam um modelo de negócios&#8221;, explica Aledo.</p>
<p>Inicialmente, a empresa desenvolveu uma tecnologia de produção de um extrato da semente de urucum, para o qual também teve um projeto <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/98617/caracterizacao-dos-bioativos-do-complexo-oleaginoso-extraido-da-semente-de-urucum-bixa-orellana-por-/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apoiado</a></strong> pelo PIPE-FAPESP. Em seguida, passou a trabalhar no desenvolvimento do produto com base no bagaço de maracujá.</p>
<p>&#8220;Estabelecemos nosso modelo de negócios com base em quatro pilares: reconhecer as matrizes vegetais e seus bioativos funcionais; a utilização de processos limpos e verdes; a caracterização dos produtos e a demonstração de que são eficientes e seguros e, por fim, o trabalha fundamentado em uma proposta de sustentabilidade&#8221;, afirma Aledo.</p>
<p>Como ponto de partida da inovação, os pesquisadores se dedicaram ao aprimoramento de um processo de produção limpa dos compostos de bagaço de maracujá, que havia sido patenteado em 2011 pelos professores Julian Martínez e Juliane Viaganó, da Unicamp.</p>
<p>&#8220;Em 2017, fui chamado para trabalhar com a empresa e, partindo dessa patente, trabalhamos na emulsificação desses bioativos para uso no mercado cosmético. Ainda em 2017 submetemos um projeto ao Programa PIPE-FAPESP e obtivemos apoio&#8221;, diz Santos, que se tornou sócio da empresa em 2021.</p>
<p>Na fase 1 do PIPE-FAPESP, os pesquisadores fizeram a validação do protótipo para verificar se os extratos tinham bioatividade e poderiam ser utilizados como cosméticos. Na <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102577/pesquisa-e-desenvolvimento-para-a-obtencao-de-miniemulsoes-usando-extratos-bioativos-do-bagaco-de-ma/=">fase 2</a></strong>, trabalharam na padronização e elaboração dos extratos.</p>
<p>Com uso exclusivo de técnicas limpas, o bagaço que sobra da indústria passa por um processamento, é padronizado e submetido às duas extrações que haviam sido patenteadas. Dois extratos são obtidos, um lipídico e um aquoso. &#8220;Ambos têm bioativos de interesse: o extrato lipídico apresenta tocotrienóis, carotenoides e ácidos graxos e o extrato aquoso possui polifenóis&#8221;, explica Santos.</p>
<p>Em seguida os extratos são emulsificados. &#8220;O que fazemos é basicamente desconstruir o bagaço do maracujá e reconstruí-lo em uma forma emulsionada, de acordo com a necessidade do cliente&#8221;, diz.</p>
<p>Por ser um resíduo, há uma dificuldade muito grande na padronização, segundo Santos. Foi nisso que os pesquisadores trabalharam na fase 2 do projeto, a fim de se aproximarem do produto final voltado ao consumidor.</p>
<p>&#8220;Desenvolvemos um método de padronização, removendo o que não queremos – caules, folhas, pedaços de casca – e deixamos um pouco de polpa e semente. A partir de imagens, utilizamos um algoritmo que nos permite predizer a qualidade do material e se está apto a ser utilizado no processo extrativo&#8221;, afirma Santos.</p>
<p>A miniemulsão foi submetida a testes de citotoxicidade, genotoxicidade, fototoxicidade e a testes de sensibilização dérmica. Como a miniemulsão é um ativo utilizado em uma fórmula cosmética, foi preciso também realizar inúmeros ensaios de protótipos com diferentes concentrações. Assim, o produto foi testado em fórmulas de hidratantes faciais, loções de limpeza e em fórmulas utilizadas em farmácias de manipulação.</p>
<p>&#8220;A miniemulsão mostrou um amplo espectro de aplicação. É um produto minimalista, vegano, 100% natural e em toda sua produção não é utilizado nenhum insumo de origem sintética. Por isso há um grande número de rotas de aplicação&#8221;, afirma Santos.</p>
<p>Os testes mostraram também que o produto possui piceatanol, uma molécula que é da mesma classe do resveratrol, uma substância conhecida como &#8220;molécula da longevidade&#8221;, que é amplamente aplicada em cosméticos e alimentos. &#8220;É um resultado importante, porque o piceatanol é melhor que o resveratrol e o mercado cosmético sempre busca inovação&#8221;, compara Santos.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, o produto pode ter aplicação também dentro de um conceito de alimentação. &#8220;De fato, é um produto que se pode comer. Ele pode ser considerado não apenas para a suplementação tópica, como para suplementação oral. Hoje o mercado ligado aos cuidados com a pele tem um modelo muito associado à saúde e alimentação, então também pensamos nas duas vias – como produto para a pele e alimento&#8221;, explica.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/empresa-lanca-cosmetico-feito-a-partir-de-bagaco-de-maracuja/">Empresa lança cosmético feito a partir de bagaço de maracujá</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Extrato de jabuticaba pode prevenir doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 02:57:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Startup licencia composição desenvolvida na Faculdade de Engenharia de Alimentos. &#160; A jabuticaba contém, em sua casca, propriedades que, ao serem inseridas na formulação de um suplemento alimentar, trazem benefícios para a saúde, podendo ser eficazes no controle do peso e utilizadas para prevenir doenças, entre as quais a inflamação da próstata. Esta é a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Startup licencia composição desenvolvida na Faculdade de Engenharia de Alimentos.</em><span id="more-2009"></span></p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/index.php/ju/noticias/2019/05/30/extrato-de-jabuticaba-pode-prevenir-doencas" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Originalmente publicado em Jornal da Unicamp</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>A jabuticaba contém, em sua casca, propriedades que, ao serem inseridas na formulação de um suplemento alimentar, trazem benefícios para a saúde, podendo ser eficazes no controle do peso e utilizadas para prevenir doenças, entre as quais a inflamação da próstata. Esta é a aposta da startup <strong>Rubian Extratos</strong>, graduada pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp) e que licenciou, recentemente e em caráter não exclusivo, uma composição de extrato da casca da jabuticaba, para administração oral, desenvolvida na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp.</p>
<p>A nova composição contém propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, com eficácia no combate ao aumento do colesterol e à multiplicação de células cancerígenas, além de dispor de capacidade para modular o metabolismo hormonal e de glicose. Dentre os resultados alcançados nos testes laboratoriais, estão ainda o auxílio na perda ou não ganho de peso e na prevenção da inflamação da próstata.  “A Rubian está trabalhando na implantação desta tecnologia através do desenvolvimento de um produto classificado como Suplemento Alimentar, que deverá atender requisitos específicos determinados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e outros órgãos competentes”, afirma Eduardo Aledo, sócio fundador da empresa.</p>
<p>Buscando fornecer um suplemento alimentar para farmácias de manipulação e uso industrial (com modelo de negócio ancorado no Business to Business, ou B2B), Aledo conta que o produto deve chegar ao mercado até meados de 2020. Além da autorização dos órgãos regulatórios, ainda é necessário o desenvolvimento do processo em maior escala, assim como a realização de estudos toxicológicos e de embalagem. O intuito é que o produto seja oferecido de maneira segura ao consumidor final. “Existe todo um processo com metodologias científicas com o objetivo de se prover eficácia com total segurança aos usuários”, completa.</p>
<p>A tecnologia foi desenvolvida pelo professor Mário Roberto Maróstica Júnior, da Engenharia de Alimentos, em conjunto com a professora Valeria H Alves Cagnon Quitete. “O grande diferencial desta tecnologia se baseia no aspecto nutracêutico do produto. Existem medicamentos que combatem a obesidade e câncer de próstata, mas os efeitos colaterais nem sempre são desprezíveis. Nosso extrato, nos estudos realizados em escala laboratorial, mostrou excelente eficácia e não evidenciamos efeitos colaterais”, comenta o docente. A não-toxicidade, a ausência de efeitos colaterais nos testes <em>in vivo</em> e a obtenção de um extrato padronizado com dois bioativos são pontos positivos da tecnologia.</p>
<div style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" fetchpriority="high" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/img_DEST_jaboticaba-doencas_pesquisador_20190528.jpg" width="980" height="640" /><p class="wp-caption-text">O professor Mário Roberto Maróstica Júnior e o extrato de jabuticaba: propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias</p></div>
<p>Aledo destaca duas principais motivações para o licenciamento: a qualidade de vida que o produto pode oferecer e o baixo impacto ambiental, uma vez que os bioativos naturais são obtidos por meio de processos limpos. O produto que está sendo desenvolvido pela startup busca também trazer benefícios ambientais, uma vez que utilizará a casca da jabuticaba que seria descartada pela indústria alimentícia. “Neste projeto, em particular, iremos utilizar o resíduo da indústria de sucos e geleias como fonte de matéria-prima para o processo extrativo. São vários elementos que, no conjunto, enriquecem a proposta de valor para nossa sociedade”, defende Aledo.</p>
<p>O grupo de pesquisa do qual Maróstica é membro tem estudado os ativos da jabuticaba há uma década, analisando as demandas e tendências do mercado de saúde e bem-estar. “Sempre estivemos atentos às novas tendências do mercado de alimentos funcionais, visando o público consumidor que se preocupa com o papel dos alimentos na saúde”, aponta o docente.</p>
<p>Também participaram do desenvolvimento da tecnologia, que contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), os pesquisadores Valéria Alves Cagnon Quitete, Celina de Almeida Lamas, Sabrina Alves Lenquiste, Félix Guillermo Reyes, Patrícia Aparecida Campos Braga e Andressa Mara Baseggio.</p>
<p>Anteriormente a este licenciamento, a Rubian, que atua no desenvolvimento de produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde, também efetuou a transferência de um processo de obtenção de óleo de urucum e de um processo de extração de compostos bioativos do bagaço de maracujá. Ambas tecnologias foram desenvolvidas na Unicamp e já passaram pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fapesp, na fase 1. A iniciativa tem, entre suas contribuições, o papel de apoiar a pesquisa em Ciência e Tecnologia como instrumento para promover a inovação tecnológica e aumentar a competitividade das pesquisas empresas.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/extratos-vegetais/extrato-de-jabuticaba-pode-prevenir-doencas/">Extrato de jabuticaba pode prevenir doenças</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Rubian é vencedora da One Skin Innovation Challenge nos EUA</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/extratos-vegetais/rubian-e-vencedora-da-one-skin-innovation-challenge-nos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 18:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
		<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[One Skin Innovation Challenge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A startup RUBIAN desenvolveu um Complexo Antioxidante a partir da semente do maracujá e recebeu importante prêmio internacional. &#160; A Rubian Extratos, empresa incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp), foi a grande vencedora do One Skin Innovation Challenge, iniciativa que tem o objetivo de avaliar novas tecnologias antienvelhecimento para o mercado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A startup RUBIAN desenvolveu um Complexo Antioxidante a partir da semente do maracujá e recebeu importante prêmio internacional.</em><span id="more-1987"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/noticia/incubada-na-incamp-rubian-e-vencedora-da-one-skin-innovation-challenge-nos-eua/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Originalmente publicado em Inova &#8211; Unicamp</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rubian Extratos, empresa incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp), foi a grande vencedora do <a href="https://www.oneskintechnologies.com/innovation-challenge">One Skin Innovation Challenge</a>, iniciativa que tem o objetivo de avaliar novas tecnologias antienvelhecimento para o mercado. A startup desenvolveu um Complexo Antioxidante a partir de tecnologia de extração limpa da semente do maracujá, de forma sequencial, capaz de obter extratos bioativos.</p>
<p>“É um insumo que foi desenvolvido procurando trazer para os produtos da área dermocosmética benefícios reais de antienvelhecimento para a pele, obtidos a partir de matrizes vegetais, com ingredientes bioativos obtidos por extração seletiva e com propriedades originalmente preservadas”, explica Eduardo Aledo, sócio fundador da Rubian.</p>
<p>O complexo desenvolvido tem benefícios comprovados na saúde e aparência da pele. “Foi submetido ao concurso OneSkin Innovation Challenge uma proposta de um ingrediente cosmético com atuação em diversos mecanismos moleculares do envelhecimento celular, como exemplo a oxidação, o processo inflamatório e a senescência, responsáveis pelo envelhecimento, que resulta a formação de rugas e sinais de expressão”, conta Philipe Santos, pesquisador da Rubian.</p>
<p>Vale mencionar que a tecnologia de extração da semente do maracujá é inovadora, principalmente no Brasil. “São processos chamados ´fluidos pressurizados´, inertes, à baixa temperatura, preservando as propriedades originais dos bioativos obtidos”, revela. Uma das grandes preocupações da startup é a seleção dos ingredientes e na recombinação deles para o desenvolvimento de novos produtos.</p>
<p>O empreendedor, que já atuou como diretor global de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Infantis da Johnson &amp; Johnson, diz que a sustentabilidade e a inovação estão no DNA da empresa. “As sementes do maracujá utilizadas neste projeto são consideradas subprodutos ou resíduos da indústria de sucos e grande volume deste material é descartado ou utilizado em aplicações de baixa relevância. Nós encontramos fontes de fornecimento deste material e desenvolvemos, através dos processos de extração, a retirada dos ingredientes bioativos”, aponta.</p>
<p>Com a vitória no desafio da One Skin, a startup vai receber 10 mil dólares. Aledo diz que esta quantia em dinheiro é importante para a Rubian conseguir introduzir seu produto no mercado. “O Complexo Super-Antioxidante passou por fases importantes de comprovação e está entrando na fase de escalabilidade e avaliações complementares para aspectos importantes como as questões regulatórias e de segurança”, completa Aledo.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/extratos-vegetais/rubian-e-vencedora-da-one-skin-innovation-challenge-nos-eua/">Rubian é vencedora da One Skin Innovation Challenge nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Urucum trata feridas difíceis e queimaduras</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/urucum-trata-feridas-dificeis-e-queimaduras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 14:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extratos Vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[Urucum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O acaso, a capacidade de observação e alguma teimosia mudaram radicalmente a rotina do mecânico Aloísio José Pires e do pesquisador Paulo Cesar Stringheta, em Viçosa, Minas Gerais. Ao manipular extratos de urucum com pequenas feridas nas mãos – decorrentes de sua atividade na oficina mecânica – Aloísio reparou na rapidez da cicatrização. Curioso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="http://conexaoplaneta.com.br/blog/urucum-trata-feridas-dificeis-e-queimaduras/" rel="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout">Originalmente publicado em Conexão Planeta</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acaso, a capacidade de observação e alguma teimosia mudaram radicalmente a rotina do mecânico <em>Aloísio José Pires</em> e do pesquisador<em> Paulo Cesar Stringheta</em>, em Viçosa, Minas Gerais. Ao manipular extratos de <strong>urucum</strong> com pequenas <strong>feridas</strong> nas mãos – decorrentes de sua atividade na oficina mecânica – Aloísio reparou na rapidez da <strong>cicatrização</strong>. Curioso, comentou o fato com Stringheta, doutor em Ciência de Alimentos e professor titular do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa (<em>UFV</em>).</p>
<p>Juntos, eles então deram início a um longo estudo sobre as propriedades cicatrizantes do urucum. E acabaram por registrar uma patente e criar o Laboratório Profitus para a produção de pomadas adjuvantes da cicatrização de <strong>queimaduras</strong> e feridas difíceis.</p>
<p>Originário da América tropical e com distribuição pelos estados brasileiros do Amazonas, Maranhão, Ceará e Bahia, o urucum (<em>Bixa orellana</em>) é um arbusto de folhas largas e flores rosadas. Os frutos são pequenos ouriços, recobertos por espinhos maleáveis. Quando amadurecem, exibem sementes vermelhas, tradicionalmente utilizadas por indígenas de diversas etnias para <strong>pinturas corporais</strong> e <strong>proteção da pele</strong> contra picadas de insetos.</p>
<p>Hoje a espécie é cultivada em todo o Brasil para uso como <strong>colorante alimentício</strong>, tanto em receitas domésticas (<strong>colorau</strong>) como em produtos industriais (iogurtes, massas, salgadinhos, salsichas, linguiças). Mesmo tecidos e palhas são tingidos com urucum, em peças de artesanato com corantes naturais.</p>
<p>Os extratos glicólicos de urucum contém vitamina C, flavonoides e os carotenoides bixina e orelina, estes usados para filtrar a radiação ultravioleta do sol. Várias formulações de bronzeadores e filtros solares disponíveis no mercado contém urucum. Mas essa ação cicatrizante do extrato feito com as sementes só ganhou a atenção de cientistas depois que Stringheta ouviu o relato do mecânico Aloísio.</p>
<p>A pesquisa levou 17 anos e muitas horas de testes até ser aprovada e finalmente chegar ao mercado, em 4 pomadas com formulações diferentes, todas tendo urucum como base. Segundo informa <em>Péricles Fernandes</em>, diretor de produção da Profitus, as pomadas são adjuvantes do tratamento de feridas difíceis e escaras em <strong>diabéticos</strong> (<em>Mellitus Derm</em>); agem nas lesões derivadas de <strong>dermatites</strong> e <strong>psoríase</strong> (<em>Newderm</em>); promovem a regeneração da pele em casos de queimaduras causadas por aparelhos estéticos, como os de depilação a laser, ou provocadas por fogo, água quente, óleo quente, radiação solar e <em>peelings</em> químicos (<em>Dermalive</em>), e aceleram a cura de feridas, lesões e hematomas em pessoas de idade (<em>Golden Age</em>). Neste último caso, o urucum ganha o reforço da babosa (<em>Aloe vera</em>), cujo uso cosmético e cicatrizante é amplamente conhecido.</p>
<p>As 4 pomadas começaram a ser vendidas em farmácias de Viçosa há 3 meses. “Os resultados foram excelentes e ampliamos a distribuição para outras áreas, como Belo Horizonte e São Paulo”, conta Fernandes. Em breve, os produtos devem chegar a outras regiões do Brasil e mesmo outros países. Também há vendas <em>online</em>, no site do Laboratório Profitus, que é vinculado à <em>Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UFV</em> desde 2006, quando o extrato de urucum cicatrizante foi patenteado.</p>
<p>O mecânico Aloísio José Pires e o pesquisador Paulo Cesar Stringheta são sócios no Laboratório Profitus. Felizmente persistiram na ideia de disponibilizar sua descoberta ao público, mesmo depois de passar quatro anos (entre 2006 e 2010) sem recursos para iniciar a fabricação comercial. Graças a essa persistência, os pacientes com lesões difíceis hoje têm uma opção para abreviar a cicatrização, com o “carimbo” da <strong>biodiversidade brasileira</strong>!</p>
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