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	<title>Unicamp | Rubian Extratos</title>
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		<title>Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 11:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em estudo com 49 participantes, pesquisadores da Unicamp observaram que o consumo diário de um suplemento contendo 15 gramas da substância ao longo de cinco semanas melhorou o metabolismo de glicose, inclusive após as refeições. &#160; Texto: Maria Fernanda Ziegler – Agência FAPESP &#124; Foto: Alexandre Campolina – Wikimedia Commons Geralmente descartada por seu sabor [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/">Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em estudo com 49 participantes, pesquisadores da Unicamp observaram que o consumo diário de um suplemento contendo 15 gramas da substância ao longo de cinco semanas melhorou o metabolismo de glicose, inclusive após as refeições.</em></p>
<p><span id="more-2458"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2024/04/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Maria Fernanda Ziegler – Agência FAPESP | Foto: Alexandre Campolina – Wikimedia Commons</p>
<p>Geralmente descartada por seu sabor adstringente, de “amarrar a boca”, a casca da jabuticaba pode ser uma excelente aliada no tratamento da obesidade e da síndrome metabólica, sugere estudo publicado na revista Nutrition Research.</p>
<p>Conduzida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a pesquisa mostrou que o consumo diário de pelo menos 15 gramas da casca da fruta melhorou, ao longo de cinco semanas, os níveis de inflamação e de glicose no sangue de indivíduos com síndrome metabólica e obesidade.</p>
<blockquote><p>“Os compostos fenólicos e as fibras presentes na casca da jabuticaba têm o poder de modular o metabolismo da glicose. Já tínhamos observado esse efeito em estudos anteriores. Neste trabalho, no entanto, avaliamos o consumo prolongado e descobrimos que esse efeito na glicose se dá inclusive no período posterior à refeição, ou seja, na glicemia pós-prandial”, afirma Mário Roberto Maróstica Junior, professor da Unicamp e coordenador da investigação.</p></blockquote>
<p>Segundo o pesquisador, mesmo em indivíduos saudáveis a glicemia costuma aumentar após as refeições, voltando depois aos níveis normais. “Portanto, algo que possa baixar a glicemia após uma refeição é interessante, pois faz com que o sujeito tenha níveis controlados de açúcar no sangue ao longo do tempo, o que resulta em uma vida mais saudável e parâmetros mais controlados”, explica.</p>
<p>O trabalho, apoiado pela FAPESP por meio de três projetos (22/09493-9, 19/12244-8 e 21/02271-8), envolveu 49 participantes com síndrome metabólica e obesidade. Parte recebeu um suplemento diário com 15 gramas de casca de jabuticaba por cinco semanas, e os demais, apenas placebo. Todos foram submetidos a exames de sangue para monitoramento da glicemia. Também foram avaliadas as medidas antropométricas, como peso corporal e circunferência abdominal, além de pressão arterial e parâmetros inflamatórios, como a proteína interleucina-6, considerada um marcador de inflamação relacionada à obesidade.</p>
<blockquote><p>“O estudo apontou resultados positivos em relação à diminuição da glicemia pós-prandial e níveis de inflamação no grupo que recebeu o suplemento. Mas vale ressaltar que a casca da jabuticaba não faz milagre, ela é apenas uma excelente maneira de auxiliar a modulação da glicemia. Isso quer dizer que a estratégia precisa vir acompanhada de outras medidas, como boa alimentação e exercício físico”, destaca o pesquisador à Agência FAPESP.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h3>Compostos bioativos</h3>
<p>Entre os compostos fenólicos presentes na casca da jabuticaba estão as antocianinas, que, além de conferirem a cor arroxeada à jabuticaba e a outras frutas, interferem no metabolismo da glicose, estimulando, sobretudo, as células L-intestinais. “Quando essas substâncias chegam ao intestino, entram em contato com as células L, responsáveis pela liberação de um composto chamado GLP-1 (glucagon-like peptide-1), que estimula a liberação de insulina na célula pancreática”, diz.</p>
<p>O pesquisador ressalta que é a insulina liberada no pâncreas que melhora a utilização da glicose. “Essa é uma das funções da insulina: chegando às células musculares – que são grandes captadoras de glicose – ela realiza uma cascata de sinalização que favorece o transporte da glicose para dentro da célula”, conta.</p>
<p>A síndrome metabólica é um conjunto de alterações metabólicas e hormonais que eleva o risco do indivíduo de desenvolver doenças cardiovasculares. Ela é caracterizada por pressão alta, obesidade abdominal, nível elevado de açúcar no sangue (hiperglicemia) e níveis anormais de triglicerídeos e HDL-colesterol. No estudo, os 49 participantes com síndrome metabólica apresentavam pelo menos três desses cinco fatores.</p>
<p>O pesquisador ressalta ainda que a obesidade em geral está associada com níveis mais elevados de moléculas pró-inflamatórias. “É como se a pessoa tivesse uma inflamação constante e isso prejudica toda a ação da insulina. Por isso que, em geral, pessoas com sobrepeso e obesidade têm também resistência à insulina. Nesses casos, geralmente, apesar de a insulina ser produzida, ela não atua”, diz.</p>
<p>Geralmente esse desbalanço nos níveis de glicose (que leva ao diabetes do tipo 2) pode ser corrigido com medicamentos ou a adoção de hábitos saudáveis e a perda de peso. “A casca da jabuticaba atua também reduzindo a interleucina -6, que tem papel-chave no desenvolvimento de resistência insulínica e contribui para a inflamação do tecido adiposo. Ela tem, portanto, um efeito positivo não só na glicose pré-prandial, mas também reduz os níveis de inflamação, o que a torna uma aliada para os casos de síndrome metabólica”, diz.</p>
<p>O problema, segundo o pesquisador, é que ninguém quer comer a casca da jabuticaba por ela ser muito adstringente. “Mas isso pode ser contornado com o consumo de extratos e suplementos com a casca da fruta já disponíveis no mercado”, completa.</p>
<p>O artigo Jaboticaba peel improves postprandial glucose and inflammation: A randomized controlled trial in adults with metabolic syndrome pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0271531724000277?via%3Dihub.</p>
<p><strong>Texto original publicado em <a href="https://agencia.fapesp.br/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/51236">Agência Fapesp.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como licenciar uma tecnologia da Unicamp</h2>
<p>As pesquisas pioneiras conduzidas na <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos</a> (FEA) da Unicamp com a casca da jabuticaba resultaram em um <a href="https://patentes.inova.unicamp.br/item/1074_casca/?utm_source=wordprees&amp;utm_medium=site-inova-unicamp&amp;utm_campaign=materias-tecnologias">método de extração supercrítica</a>, dos resíduos da fruta nativa do Brasil, que foi protegido com o auxílio da Agência da Inovação Inova Unicamp. A inveção foi licenciada pela empresa-filha da Unicamp, <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, graduada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incamp), que lançou no mecado o nutracêutico <a href="https://www.rubian.com.br/services/bioativos-naturais/">MetaBody</a>, em parceria com a Herbaltec e a <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>.</p>
<p>A Inova Unicamp disponibiliza no <a href="https://patentes.inova.unicamp.br/?utm_source=wordprees&amp;utm_medium=site-inova-unicamp&amp;utm_campaign=materias-tecnologias">Portfólio de Tecnologias da Unicamp</a> uma vitrine tecnológica. Empresas e instituições públicas ou privadas podem licenciar a propriedade intelectual desenvolvida na Unicamp, com ou sem exclusividade, tais como patentes, cultivares, marcas, software e know-how. O <a href="https://www.inova.unicamp.br/licenciamento/">contato e negociação</a> é realizado diretamente com a Agência de Inovação da Unicamp pelo formulário de <a href="https://www.inova.unicamp.br/conexao_empresa/#/">conexão com empresas</a>. A Inova Unicamp também oferta ativamente as tecnologias para as empresas, com a intenção que o conhecimento gerado na Universidade chegue ao mercado e à sociedade. Para conhecer outros casos de licenciamento de tecnologias da Unicamp acesse o <a href="https://www.inova.unicamp.br/cases-de-licenciamento/">site da Inova</a>.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/">Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Insumo a base de urucum desenvolvido na Unicamp atua no controle de gordura no fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia que deu origem ao insumo foi desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp em parceria com a empresa-filha Rubian Extratos. O produto chamado Colliv atua no controle de gordura no fígado. &#160; Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 &#124; Texto: Caroline Roxo – Inova Unicamp &#124; Fotos: Pedro Amatuzzi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia que deu origem ao insumo foi desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp em parceria com a empresa-filha Rubian Extratos. O produto chamado Colliv atua no controle de gordura no fígado.</p>
<p><span id="more-2455"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2024/10/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 | Texto: </strong>Caroline Roxo – Inova Unicamp <strong>| Fotos:</strong> Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp e Eduardo Aledo – Arquivo pessoal</p>
<p>De cor avermelhada, muito utilizada na culinária e de origem brasileira, <b>a semente do urucum possui diversos benefícios para a saúde</b>. Um desses benefícios foi identificado por pesquisadores da <a href="https://unicamp.br/">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a> para <b>atuação no controle metabólico, como no nível de lipídios e acúmulo de gordura no fígado</b>. A descoberta <b>saiu da bancada da Unicamp para o mercado</b>, com o licenciamento da tecnologia pela empresa-filha da Unicamp <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a> e o lançamento do insumo chamado Colliv.</p>
<p>O<b> Colliv é um pó feito a partir da extração e purificação de um complexo de substâncias presentes na semente do urucum capaz de atuar na redução da gordura no fígado</b>, também conhecida como esteatose hepática não alcoólica. O produto é recomendado para <b>pessoas que enfrentam a obesidade ou estão em situação de sobrepeso</b>, uma vez que essa condição representa um fator de risco para o desenvolvimento de doenças hepáticas, como o acúmulo de gordura no fígado.</p>
<p>A tecnologia que deu origem ao Colliv foi<b> desenvolvida por pesquisadores da </b><a href="https://www.fea.unicamp.br/"><b>Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA)</b></a><b> da Unicamp</b>, liderada pelo <b>professor Mário  Maróstica Júnior </b>e com a participação das pesquisadoras Juliana Kelly e Milena Vuolo. A pesquisa teve recurso aprovado pelo <a href="https://fapesp.br/pipe/">Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE)</a> da <a href="https://fapesp.br/">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)</a> e foi <b>patenteada com estratégia da </b><a href="https://www.inova.unicamp.br/"><b>Agência de Inovação Inova Unicamp</b></a>.</p>
<blockquote><p>“Atualmente, em um mundo onde a obesidade e problemas metabólicos são crescentes preocupações de saúde, a <b>colaboração entre academia e indústria é essencial.</b> Essa história de sucesso exemplifica como a ciência e a tecnologia podem se unir para criar soluções inovadoras que impactam positivamente a vida das pessoas”, expõe o pesquisador Mário Maróstica Júnior, que comemora a chegada de mais uma tecnologia da Unicamp ao acesso da população.</p></blockquote>
<p>A chegada desse produto no mercado, capaz de <b>auxiliar na regulação dos níveis de colesterol, reduzir gordura hepática e contribuir para a prevenção da diabetes tipo II,</b> impacta positivamente o cenário atual de saúde pública relacionada à obesidade, em que, de acordo com o <a href="http://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://s3-eu-west-1.amazonaws.com/wof-files/World_Obesity_Atlas_2023_Report.pdf">Atlas 2023 da Federação Mundial da Obesidade</a>, há uma projeção de que, nos próximos 12 anos, mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo estarão enfrentando problemas relacionados ao excesso de peso.</p>
<blockquote><p>“O fígado é central em nosso metabolismo. O centro do metabolismo fica prejudicado quando você está com aumento de gordura no fígado e isso leva a um mal funcionamento hepático, colocando em risco a vida dessas pessoas”, explica Maróstica Jr.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h2><b>Segurança e sustentabilidade na tecnologia</b></h2>
<p>O professor e pesquisador Mário Maróstica Jr. conduziu <b>testes de toxicidade hepática</b> para averiguar a segurança do produto e <b>não encontrou qualquer indício que pudesse pôr em risco a saúde humana.</b> Além disso,<b> o produto não possui contraindicações</b> e pode ser utilizado por qualquer pessoa que apresenta quadros de obesidade ou sobrepeso. No entanto, para fazer uso do insumo, Eduardo Aledo, co-fundador da Rubian Extratos, recomenda que seja<b> procurado um médico</b> para uma prescrição do profissional relacionada a<b> dosagem adequada para cada paciente. </b>O produto pode ser manipulado individualmente ou incluído junto a outros compostos, conforme a prescrição.</p>
<p>Aledo também explica que além da atuação sem prejuízo para a saúde, a<b> tecnologia ainda usa um processo ambientalmente limpo.</b> Para produzir o insumo, é preciso fazer uma extração e purificação de um complexo oleaginoso da semente do urucum, que é feito pela tecnologia de <a href="https://www.inova.unicamp.br/2016/03/3898/"><b>extração por fluido supercrítico</b></a><b>. </b>Esse processo extrai uma variedade de fitoquímicos do urucum, todos com propriedades benéficas para a redução da gordura hepática.</p>
<blockquote><p>“O dióxido de carbono (CO2) é utilizado como solvente, mantendo os principais fitoquímicos intactos do produto e oferecendo ainda uma extração sustentável, pois o CO2 é posteriormente recuperado para ser reutilizado”, comenta Aledo.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h2><b>Da bancada da Universidade para o acesso da população</b></h2>
<p>Para uma <b>pesquisa desenvolvida dentro de uma universidade chegar ao acesso da população</b> ela precisa passar por etapas que envolvem a <b>proteção da propriedade intelectual e também o licenciamento dessa tecnologia </b>para uma empresa ou instituição que irá validar a tecnologia e seu potencial para se transformar em produto ou serviço para a sociedade. Ou seja, a Unicamp é responsável pelos resultados em nível laboratorial e possibilita que as empresas licenciem essas tecnologias para que elas escalem e cheguem ao mercado.</p>
<p>Na Unicamp, a responsável pela gestão da propriedade intelectual da Universidade, com a disponibilidade de uma <b>vitrine tecnológica no </b><a href="https://patentes.inova.unicamp.br/"><b>Portfólio de Tecnologias da Unicamp</b></a> e também na intermediação do licenciamento das tecnologias para instituições interessadas é a <a href="https://www.inova.unicamp.br/">Agência de Inovação Inova Unicamp</a>, o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade.</p>
<p>A partir da <b>interação entre a Inova Unicamp e a Rubian Extratos</b>, empresa-filha da Unicamp criada por ex-alunos da Universidade a partir da competição <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a> e graduada na <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp)</a>, possibilitou não apenas o<b> licenciamento das tecnologias</b> que deram <b>origem ao insumo em pó</b>, mas também a<b> dois acordos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) </b>entre a empresa e a Unicamp, em regime de licenciamento exclusivo.</p>
<blockquote><p>“A empresa chegou a um extrato, um produto, com uma composição intrigante e conduzimos pesquisas para entender como esses compostos poderiam efetivamente contribuir no combate a doenças crônicas, como a obesidade. Os testes revelaram promissores resultados na redução do tecido adiposo”, relata Marostica.</p></blockquote>
<p>O produto está sendo comercializado com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, que entrou como parceira da Rubian Extratos no processo de distribuição <b>para todo o Brasil através de farmácias de manipulação.</b> O Colliv também está em processo para submissão e obtenção do registro na linha industrial solicitado junto à <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a>, para que possa ampliar a sua comercialização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Saiba mais sobre a Rubian Extratos</b></h3>
<p>A <b>Rubian Extratos</b> é uma <b><i>spin-off</i></b><b> acadêmica da Unicamp</b> que atua no desenvolvimento de<b> produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde </b>e possui como principal objetivo levar tecnologias desenvolvidas na Universidade para a sociedade. A startup foi criada a partir da competição de empreendedorismo <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, no ano de 2015. O programa, que acontece anualmente, estimula o desenvolvimento de modelos de negócio a partir de tecnologias protegidas da Unicamp, com capacitações gratuitas para seus participantes.</p>
<p>A empresa já lançou dois produtos no mercado, o <a href="https://www.inova.unicamp.br/2021/03/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/">Metabody</a> que é um extrato da casca da jabuticaba e um complexo antioxidante chamado Rejuvenate a partir do bagaço do maracujá, ambos com tecnologias da Unicamp. O <b>Colliv é o terceiro produto desenvolvido pela empresa.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>PRÊMIO INVENTORES 2024</b></h3>
<p><b>INVENTORES </b><b>PREMIADOS:</b></p>
<p>Mário Roberto Maróstica Junior (FEA), Eduardo Cesar Andreo Aledo (Rubian), Juliana Kelly Da Silva Maia (Rubian), Maria Angela De Almeida Meireles Petenate (FEA) e Carolina Lima Cavalcanti de Albuquerque (FEA) foram premiados na categoria <b>Tecnologia Absorvida no Mercado</b> no Prêmio Inventores 2024.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO DE HOMENAGENS</b></p>
<p>Esta reportagem integra a série de matérias elaboradas pela <b>Inova Unicamp</b> que abordam algumas das tecnologias licenciadas, absorvidas pelo mercado e empresas <i>spin-offs</i> acadêmicas da <b>Universidade Estadual de Campinas</b>. Você pode acessar esses conteúdos pelo site da Inova e, em breve, em formato de <i>ebook</i> na <b>Revista Prêmio Inventores</b>. A programação do Prêmio Inventores da Unicamp 2024 também incluiu o webinar “20 anos da Lei de Incentivo à Inovação e casos de sucesso de tecnologias da Unicamp absorvidas no mercado”, que aconteceu em 10 de setembro. <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/2024/09/20-anos-da-lei-de-inovacao-e-tema-de-webinar-do-premio-inventores-2024/?utm_source=rd&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=boletim-imprensa">Saiba mais sobre o webinar aqui!</a></p>
<p>Não deixe de conferir todos os premiados no site <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/"><b>Prêmio Inventores da Unicamp</b></a><b>.</b></p>
<p><b>Os patrocinadores do Prêmio Inventores 2024 são:</b> <a href="https://www.clarkemodet.com/pt-pt/">ClarkeModet</a> e <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S</a>.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/">Insumo a base de urucum desenvolvido na Unicamp atua no controle de gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 11:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal competição de empreendedorismo da Universidade, o Desafio Unicamp conecta pesquisadores, profissionais e sociedade, impulsionando a criação de startups e negócios sustentáveis. &#160; Por Adriana Arruda Foto: Caroline Roxo – Inova Unicamp O que é necessário para que uma tecnologia se torne uma inovação? Segundo o Manual de Oslo, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Principal competição de empreendedorismo da Universidade, o Desafio Unicamp conecta pesquisadores, profissionais e sociedade, impulsionando a criação de startups e negócios sustentáveis.</em></p>
<p><span id="more-2448"></span></p>
<a href="https://inova.unicamp.br/desafio/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Adriana Arruda</strong><span id="more-11141"></span></p>
<p><em>Foto: Caroline Roxo – Inova Unicamp</em></p>
<p>O que é necessário para que uma tecnologia se torne uma inovação? Segundo o <a href="http://www.finep.gov.br/images/a-finep/biblioteca/manual_de_oslo.pdf">Manual de Oslo</a>, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço), processo, método de marketing ou método organizacional novo ou significativamente melhorado. Embora <strong>patentes e programas de computador garantam a proteção da tecnologia, não bastam para serem considerados inovação.</strong> É preciso que <strong>cheguem à sociedade</strong> – um caminho complexo que exige a colaboração de diversos atores, como cientistas, mentores, estudantes, empreendedores e investidores. Mas como reunir toda essa rede e estruturar um processo que extrapole os muros acadêmicos?</p>
<p>Foi com este propósito que, em 2011, surgiu o <a href="https://inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, a <strong>maior competição gratuita de estímulo ao empreendedorismo e à inovação</strong>, realizado pela <a href="https://inova.unicamp.br/">Agência de Inovação da Universidade Estadual de Campinas (Inova  Unicamp)</a>. Há 15 edições, a competição conecta pessoas a oportunidades reais de transformar conhecimento acadêmico em negócios.</p>
<p>Os participantes, organizados em equipes – muitas vezes interdisciplinares –, <strong>desenvolvem modelos de negócios a partir de tecnologias da Universidade</strong>, protegidas com direitos de patente ou de registro de programa de computador. Atualmente, a competição contempla <strong>três categorias de premiação:</strong> Avaliação da Banca, Impacto Socioambiental (avaliadas por banca) e Voto Popular (com interação do público).</p>
<p>Ao longo dos anos, foram <strong>3.319 inscritos, 809 equipes formadas e 4.441 pessoas capacitadas nos workshops de modelagem de negócios.</strong> O perfil reflete a diversidade do evento, que em 2024 apresentou 57,5% dos participantes com ensino superior em andamento; 13,3% já haviam concluído a graduação; 12,5% cursavam doutorado; 8,7% estavam no mestrado; 5% tinham ensino médio completo; e 3% estavam em estágio de pós-doutorado.</p>
<p>Também no ano passado, entre as áreas de conhecimento dos participantes, as engenharias lideram com 45%, seguidas pelas ciências sociais aplicadas (20%), ciências exatas e da terra (9%) e ciências da saúde e biológicas (8% cada). As ciências humanas representam 5%, enquanto linguística, letras e artes correspondem a 3%, e ciências agrárias a 2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Maratona de vivencias e aprendizados </strong></h1>
<p>Durante a competição, os times <strong>passam por capacitações, <em>workshops</em> e mentorias nacionais e internacionais.</strong> Na segunda fase, os classificados recebem mentoria internacional e treinamento de <em>pitch</em>. “Cada etapa proporciona vivências que simulam obstáculos reais do mercado, desde questões comerciais até estratégias de marketing”, relembra Edylla Andressa Barroso, da equipe Sanitech, vencedora da categoria Avaliação da Banca em 2024.</p>
<p>O grupo, formado por integrantes dos estados de São Paulo e Ceará, de áreas como engenharia elétrica, engenharia de produção, administração e gestão de projetos, trabalhou com um material sustentável para secagem do lodo gerado em estações de tratamento de água (ETAs), utilizando uma técnica de desidratação.</p>
<blockquote><p>“O suporte da Inova foi fundamental para superar nossas dificuldades e concretizar o projeto. A competição teve efeitos duradouros em minha vida, pois hoje tenho uma empresa atuante em propriedade intelectual e modelagem de negócios. É como se eu estivesse ‘refazendo’ o Desafio diariamente – agora, para os meus clientes”, afirma Barroso.</p></blockquote>
<p>Kátia Kishi, supervisora de comunicação da Inova Unicamp, área responsável pela gestão do Desafio Unicamp, explica que o acompanhamento contínuo é essencial para o desenvolvimento dos projetos. “Nosso objetivo é fornecer as ferramentas e o apoio necessários para que os participantes adquiram conhecimento e motivação para avançar em todas as etapas do processo. Muitos desses projetos têm o potencial para se tornarem startups reais de impacto socioambiental positivo”, destaca a supervisora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Da competição à criação de startups</strong></h1>
<p>O impacto do Desafio Unicamp se reflete nos <strong>casos de sucesso</strong> gerados a partir dele. A <a href="https://bnano.com.br/">B.nano</a>, equipe vencedora da categoria de Impacto Socioambiental em 2022, é um exemplo de como sua participação resultou em uma <em>spin-off</em> de sucesso, associada à Unicamp e à Unesp do <em>campus</em> de Sorocaba, interior do estado de São Paulo. A startup licenciou a tecnologia trabalhada durante a competição, que envolve um<strong> pesticida nanotecnológico à base de óleos essenciais</strong>, encapsulado para aumentar a eficácia e a durabilidade no campo.</p>
<blockquote><p>“A invenção melhora a absorção do produto pelas plantas, reduz sua degradação e aumenta o tempo de ação. Isso amplia sua eficiência no controle de fungos, bactérias, insetos e ácaros, tornando-se uma alternativa sustentável para o agronegócio. A meta agora é validar os testes para escalar a tecnologia e disponibilizá-la no mercado, gerando impacto positivo para os produtores e para o meio ambiente”, detalha Anderson Pereira, um dos fundadores da B.nano.</p></blockquote>
<p>Segundo Pereira, a participação no Desafio ajudou o time a mudar a mentalidade de pesquisador para a de empreendedor. Com isso, além de concretizar a abertura da empresa e a formalização de licenciamentos, a <em>spin-off</em> – instalada no Parque Tecnológico de Sorocaba (SP) – passou a oferecer serviços de caracterização e consultoria para otimizar a aplicação de tecnologias sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Vencer o Desafio Unicamp definiu o DNA da nossa empresa. Foi um marco essencial para seguirmos com a startup, focando no desenvolvimento de tecnologias com impacto socioambiental positivo. Agora, a expectativa é que a B.nano seja uma referência em inovação no setor do agronegócio, aliando avanço técnico e sustentabilidade”, aponta Pereira.</p></blockquote>
<p>Além da B.nano, outras startups, como <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, atuante no setor de saúde e bem-estar, e <a href="https://singularseeds.com.br/">Singular Seeds</a>, especializada em qualidade de sementes, também emergiram a partir do Programa, evidenciando seu papel como catalisador da inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Premiações que visam ao apoio financeiro e teórico para as empresas emergentes</strong></h1>
<p>A competição oferece premiações fixas e outras que variam a cada edição. A Inova Unicamp oferece um valor em dinheiro de <strong>3 mil reais para cada integrante da equipe vencedora na categoria da Avaliação da Banca</strong> e, desde 2022, em parceria com a <a href="https://fundacaoeducar.org.br/">Fundação Educar</a>, foi instituída uma nova categoria de premiação, a de Impacto Socioambiental, com o valor do prêmio também de 3 mil reais para cada membro da equipe.</p>
<p>Além disso, também é possível conquistar prêmios que visam a apoiar o desenvolvimento das startups, como o acesso a cursos e treinamentos (da <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S</a>), aceleração do negócio (<a href="https://www.baita.ac/">com a empresa-filha da Unicamp Baita</a>) e isenção da taxa de inscrição da <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp)</a>. Em 2025, a competição também está como prêmio o envio de equipamentos de roteador de alta potência oferecidos pela <a href="https://www.neger.com.br/">Neger Telecom</a>.</p>
<blockquote><p>Pereira salienta a importância do apoio financeiro e teórico recebido na competição: “O capital inicial conquistado com a premiação e a aceleração com a Baita Aceleradora foram fundamentais para nossa evolução. Usamos essas bases até hoje para avaliar nosso modelo de negócio e garantir que estamos no caminho certo”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Inclusão e oportunidades que abrem portas</strong></h1>
<p>O Desafio Unicamp vem intensificando suas ações de acessibilidade, visando à ampliação da participação de pessoas diversas. Em 2024, as transcrições de áudio foram substituídas pela <strong>interpretação simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para todos os eventos da competição.</strong></p>
<p>Além disso, desde 2022, a competição conta com <strong>pontuação extra</strong> para equipes que apresentam <strong>diversidade no perfil de seus membros</strong>, incluindo gênero, raça, nacionalidade e inclusão de pessoas com deficiência. “A proposta é permitir que um maior número de indivíduos tenha a oportunidade de participar e mostrar suas ideias”, reforça Kishi.</p>
<p>A diversidade de público e o alcance nacional, com o registro de inscritos das cinco regiões do Brasil, também foi conquistada pela<strong> mudança da competição do formato presencial para o on-line desde 2020.</strong></p>
<p>Com um horizonte promissor, o Desafio Unicamp reafirma seu papel como ponto de convergência, espaço em que as ideias se materializam e as tecnologias ganham aplicação prática. Ao conectar conhecimento acadêmico, criatividade e colaboração, ele se estabelece como o berço de projetos capazes de mudar realidades, gerar impacto e abrir caminhos para um futuro mais sustentável e inovador.</p>
<p><a href="https://www.comciencia.br/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">A matéria foi publicada em conjunto com a Revista ComCiência</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Serviço</strong></h1>
<p><b>Data limite das inscrições: </b>27/03/2025, ou até se esgotarem as 80 vagas</p>
<p><b>Quem pode participar:</b> Qualquer pessoa com mais de 18 anos em equipe de 3 a 5 integrantes</p>
<p><b>Onde acontece a competição: </b>O Desafio Unicamp é 100% on-line</p>
<p><b>Custo:</b> A competição é totalmente gratuita</p>
<p><b>Site da competição para inscrições: </b><a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">https://www.inova.unicamp.br/desafio/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Sobre o Desafio Unicamp 2025</strong></h1>
<p>A competição é o <b>principal programa de promoção ao empreendedorismo</b> da Universidade, organizado anualmente pela<a href="https://www.inova.unicamp.br/"> Inova Unicamp</a>. Em 14 anos, o Desafio Unicamp já atraiu <b>mais de 3.300 pessoas interessadas no tema</b>. A última edição da competição, em 2024, contou com a participação de 229 participantes, oriundos de 11 estados diferentes do Brasil.</p>
<p>A da 15ª edição espera manter a variedade regional, ampliando a diversidade entre as equipes. O regulamento do Desafio Unicamp 2025 prevê que <b>grupos diversos pontuam mais na entrega da primeira atividade</b>. Os critérios são diversidade em gênero, cor ou raça declarada, nacionalidade e pessoa com deficiência.</p>
<p>Os patrocinadores da 15º edição do Desafio Unicamp são:<a href="https://fundacaoeducar.org.br/"> Fundação Educar</a>, <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S – Educação e Consultoria,</a> <a href="https://www.baita.ac/">Baita Aceleradora</a> e <a href="https://www.neger.com.br/">Neger Telecom</a>.</p>
<p>Os apoiadores da 15º edição do Desafio Unicamp são: <a href="https://parque.inova.unicamp.br/">Parque Científico e Tecnológico da Unicamp</a>, <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incamp)</a>, <a href="https://uniangels.com.br/">UniAngels</a>, <a href="https://auin.unesp.br/">AUIN – Agência Unesp de Inovação</a> e <a href="https://rme.net.br/programasrme/?gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAh6y9BhBREiwApBLHC9aw3z8vXpICFLWXlkzWKbf2aOd-Uk5Ze8STaZPZyCHSGN2MVMIuXxoC2m0QAvD_BwE">Rede Mulher Empreendedora</a>.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Empreendedorismo acadêmico: conheça empresas que surgiram em instituições de pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 11:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FGV e Unicamp são exemplos de instituições de pesquisa que possuem incubadoras e aceleradoras de startups. &#160; De acordo com o Observatório Sebrae Startups, o Brasil se tornou o terceiro maior mercado de startups da América Latina. Uma parte significativa desse crescimento vem de startups que surgem em ambiente acadêmico, onde muitas universidades brasileiras estão investindo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/">Empreendedorismo acadêmico: conheça empresas que surgiram em instituições de pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>FGV e Unicamp são exemplos de instituições de pesquisa que possuem incubadoras e aceleradoras de startups.</em></p>
<p><span id="more-2444"></span></p>
<a href="https://parque.inova.unicamp.br/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o Observatório Sebrae Startups, o Brasil se tornou o <strong>terceiro maior mercado de startups da América Latina</strong>. Uma parte significativa desse crescimento vem de startups que surgem em ambiente acadêmico, onde muitas universidades brasileiras estão investindo em criar as próprias incubadoras e aceleradoras. Essas iniciativas <strong>oferecem suporte a startups fundadas por estudantes e pesquisadores</strong>, fornecendo recursos como mentoria, espaço físico, e acesso a redes de investidores. Instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) são exemplos de ambientes acadêmicos que contam com este tipo de estrutura para transformar pesquisa em inovação.</p>
<p>A aceleradora da Fundação Getulio Vargas chama-se FGV Ventures, e existe desde 2016 com o propósito de fomentar o empreendedorismo ético com alto potencial de crescimento. Enquanto que <strong>a Unicamp, por meio de sua Agência de Inovação Inova Unicamp, possui uma incubadora</strong> chamada <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incamp – Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp</a>. A Inova faz a gestão da Incamp e desde 2003 busca estabelecer uma rede de relacionamentos da Universidade com a sociedade, a fim de incrementar as atividades de pesquisa, ensino e avanço do conhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Desafios e oportunidades enfrentados por startups que surgem em ambiente acadêmico</strong></h2>
<p>Apesar de essas startups contarem com a estrutura proveniente das instituições de pesquisa, a coordenadora de Ambientes de Inovação e Empreendedorismo da Inova Unicamp, Mariana Zanatta Inglez, é categórica ao afirmar que o empreendedorismo acadêmico traz consigo algumas dificuldades.</p>
<blockquote><p>“Empreender já não é fácil, e empreender a partir de tecnologias da universidade é mais difícil ainda. A <strong>gente vê alguns desafios no dia a dia da incubadora</strong> como a necessidade de transformar uma pessoa, ou um time, que possui um viés muito acadêmico em empreendedores. Geralmente são pessoas que entendem muito da tecnologia que estão desenvolvendo, mas pouco acerca do mercado”, introduziu Zanatta.</p></blockquote>
<p>A coordenadora acrescenta que poder contar com recursos financeiros e saber administrá-los para se desenvolver, gerenciar recursos tecnológicos para evoluir o protótipo inicial, e convencer o mercado a adquirir o produto, são outros <strong>desafios enfrentados pelas startups que surgem em ambiente acadêmico.</strong></p>
<p>Para a diretora do FGV Ventures, Luciana Cualheta as startups que surgem em instituições de pesquisa podem não apenas criar iniciativas inovadoras, mas ajudar a sociedade a enfrentar desafios globais como segurança alimentar, desigualdade social e mudanças climáticas.</p>
<p>“Tendo em vista que <strong>a academia pode levantar informações baseadas em ciência</strong>, é possível utilizar essas informações para tomar ações práticas e alinhadas com os setores público e privado”, destacou Cualheta. A diretora também declarou que na atualidade não basta que as startups pensem apenas no gerenciamento dos lucros, mas também nas externalidades causadas pela empresa.</p>
<blockquote><p>“É por isso que um dos critérios para passar pelo programa de aceleração do FGV Ventures é que os participantes descrevam as externalidades causadas pelo determinado negócio que estão em busca de acelerar, e ao mesmo, um plano para minimizar essas externalidades”, complementou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Cases de sucesso</strong></h2>
<p>A <strong>Inova Unicamp marcou presença no evento Inovação para Competitividade</strong>, organizado pela FGV Ventures em parceria com a Rede de Pesquisa e Inovação da FGV. O evento ocorreu no dia 27 de março, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), quando ambas as instituições apresentaram cases de sucesso sobre startups que foram incubadas e aceleradas em ambientes universitários.</p>
<p>Na ocasião, <strong>Mariana Zanatta Inglez apresentou a <a href="https://www.rubian.com.br/">startup Rubian</a></strong>, que aplica tecnologias de extração supercrítica desenvolvidas na Unicamp para obter extratos naturais de derivados da extensa biodiversidade brasileira, como o urucum, o maracujá e a jabuticaba. A s<strong>tartup que surgiu da competição de modelagem de negócios Desafio Unicamp</strong> utiliza esses insumos para produzir extratos lipídicos, vitamínicos, antioxidantes e carotenoides, que possuem benefícios para combater doenças como obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, esteatose hepática, inflamação da próstata e envelhecimento da pele, além de produzirem corantes e aromas.</p>
<p><strong>Outra startup apresentada foi a </strong><a href="https://www.cosmeticosdobem.com.br/"><strong>S Cosméticos do Bem</strong></a>, que assim como a Rubian passou pelo programa de incubação da Incamp. Ela aplica tecnologias também desenvolvidas e licenciadas da Unicamp para produzir dermocosméticos. Zanatta <strong>apresentou ainda outras</strong> <strong>três empresas que estão atualmente incubadas</strong> na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp: a <a href="https://bgenergy.com.br/">BGEnergy</a>, que atua na área de hidrogênio verde e baixo carbono; a <a href="https://parque.inova.unicamp.br/en/portfolio/rizobioma/">Rizobioma</a>, que desenvolve bionematicidas capazes de substituir agrotóxicos e agentes químicos no controle do plantio; e a <a href="https://parque.inova.unicamp.br/en/portfolio/defense-fertilizer/">Defense Fertilizer</a>, que atua na área de biodefensivos para ferrugem de café.</p>
<p>Outra inovação que surgiu em ambiente acadêmico e marcou presença no evento é a startup <a href="https://iwaste.com.br/">IWASTE</a>. Idealizada pelo empreendedor Frederico Vieira e acelerada pela FGV Ventures, a <strong>startup oferece soluções inovadoras e sustentáveis para a gestão de resíduos industriais</strong> em todo o Brasil, ao transformar resíduos em recursos valiosos, o que otimiza toda a cadeia logística da empresa e promove a sustentabilidade ambiental e a eficiência financeira de seus clientes.</p>
<blockquote><p>“Atuamos com resíduos que ninguém saber o que fazer, como cinza de caldeira de biomassa. Mas <strong>além de entregar eficiência ambiental, entregamos também eficiência financeira</strong>, então trabalhamos muito fortemente reduzindo os custos, e aumentando as receitas de todos os tipos de resíduos. Um exemplo de como aplicamos esses resíduos como matéria-prima de forma inovadora é o aproveitamento das cinzas de biomassa para utilizar como matéria-prima para bateria de carro, pois ela tem uma condutividade elétrica fantástica”, explicou o Xavier durante o painel Inovação Para Sustentabilidade.</p></blockquote>
<p>Outros setores que podem se beneficiar de soluções desenvolvidas em ambientes acadêmicos são: o setor da saúde e a indústria automobilística. A <a href="https://carristas.com.br/">startup Carristas</a>, que também foi acelerada pelo FGV Ventures, busca <strong>transformar a gestão das oficinas mecânicas</strong> ao conectar os clientes com diferentes serviços para veículos. Idealizado pelo empreendedor Rafael Ferreira, o negócio caracteriza um espaço na internet ou app, no qual os proprietários de carros podem se conectar a prestadores de serviço, e acompanhar o serviço em tempo real.</p>
<blockquote><p>“Oficinas mecânicas perdem tempo devido à falta de organização e a gestão muito manual, e os proprietários dos veículos sentem falta de transparência nesse processo. Por isso, a plataforma Carristas oferece transparência do acompanhamento de um serviço em tempo real, no qual a oficina utiliza um sistema que permite o cliente acompanhar todos os detalhes, passando por peças, etapas do processo e previsão de entrega”, apresentou o empreendedor Rafael Ferreira durante o painel Inovação no setor automobilístico.</p></blockquote>
<p>Já na área da saúde, a empresa Healz oferece tecnologia de marketing para este setor. A startup conta com a liderança da empreendedora Gabriela Rosolen, uma das fundadoras de outra startup que foi acelerada pelo FGV Ventures: a <a href="https://www.wiluapp.com/">WILU</a>. A <strong>empresa conecta os usuários a diferentes especialidades em saúde</strong> que vão desde saúde mental, física a desenvolvimento profissional.</p>
<p>É possível conferir a apresentação dessas startups na transmissão do evento que ocorreu no canal da FGV no Youtube: <a href="https://www.youtube.com/live/xdDpIxiDAes">transmissão do evento durante a manhã</a> e <a href="https://www.youtube.com/live/7N599bFQ1wA">transmissão do evento durante a tarde.</a></p>
<p>Para saber mais sobre o FGV Ventures, <a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp/projetos/fgv-ventures">acesse o site.</a></p>
<h5><a href="https://rededepesquisa.fgv.br/noticia/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/svg/1f310.svg" alt="????" /> Matéria originalmente publicada no site da FGV</a>.</h5><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/">Empreendedorismo acadêmico: conheça empresas que surgiram em instituições de pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Tecnologia da Unicamp com urucum vira nutracêutico para reduzir gordura no fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-da-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rubian.com.br/?p=2415</guid>

					<description><![CDATA[<p>Produto desenvolvido pela RUBIAN Extratos é baseado em tecnologia de extração supercrítica, licenciada com o apoio da INOVA Unicamp. &#160; O PRODUTO DESENVOLVIDO PELA RUBIAN EXTRATOS, EMPRESA-FILHA DA UNICAMP, É BASEADO EM TECNOLOGIA DE EXTRAÇÃO SUPERCRÍTICA, QUE FOI LICENCIADA COM APOIO DA INOVA UNICAMP &#160; Texto: Caroline Roxo &#124; Foto: Arquivo Pessoal Eduardo Aledo As pesquisas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-da-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/">Tecnologia da Unicamp com urucum vira nutracêutico para reduzir gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Produto desenvolvido pela RUBIAN Extratos é baseado em tecnologia de extração supercrítica, licenciada com o apoio da INOVA Unicamp.</em></p>
<p><span id="more-2415"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/11/tecnologia-desenvolvida-na-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<h5><i>O PRODUTO DESENVOLVIDO PELA RUBIAN EXTRATOS, EMPRESA-FILHA DA UNICAMP, É BASEADO EM TECNOLOGIA DE EXTRAÇÃO SUPERCRÍTICA, QUE FOI LICENCIADA COM APOIO DA INOVA UNICAMP</i></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Caroline Roxo | Foto: Arquivo Pessoal Eduardo Aledo</p>
<p>As <strong>pesquisas conduzidas na </strong><strong><a href="https://www.unicamp.br/unicamp/">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a></strong> estão trazendo <strong>novas opções de tratamento para doenças associadas ao excesso de peso</strong>, baseadas na biodiversidade brasileira. A mais <strong>nova inovação</strong> surgida das bancadas da Unicamp está em um <strong>extrato da semente do urucum.</strong> O produto com tecnologia patenteada da Universidade foi lançado recentemente pela empresa-filha da Unicamp, <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, após um trabalho que envolveu pesquisadores da <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp</a>.</p>
<p>A semente de cor avermelhada amplamente usada como tempero na culinária e nativa do Brasil começou a ser<strong> pesquisada pela equipe do professor Mário Roberto Maróstica Júnior </strong>e contou com o recurso aprovado pelo Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da <a href="https://fapesp.br/">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)</a>, com a participação das pesquisadoras Juliana Kelly e Milena Vuolo para seu desenvolvimento. Os <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/2021/06/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/">estudos com o urucum</a> revelaram um potencial surpreendente: a <strong>extração de um complexo de substâncias presentes na semente é capaz de reduzir o acúmulo de gordura no fígado. </strong></p>
<p>“Atualmente, em um mundo onde a obesidade e problemas metabólicos são crescentes preocupações de saúde, a colaboração entre academia e indústria é essencial. Essa história de sucesso exemplifica como a ciência e a tecnologia podem se unir para criar soluções inovadoras que impactam positivamente a vida das pessoas”, expõe o pesquisador Mário Maróstica, que comemora a chegada de mais uma tecnologia da Unicamp ao acesso da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DO LABORATÓRIO DA UNICAMP AO ACESSO DA POPULAÇÃO </strong></h2>
<p>A pesquisa que deu origem ao nutracêutico teve seu primeiro pedido de patente depositado para processos extrativos, coordenados pela professora Mariângela Meirelles, em 2013. Os estudos foram intensificados visando o processo de atuação da semente do urucum no metabolismo de lipídios. Das pesquisas no laboratório da <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA)</a> até a disponibilização do complexo para o consumo humano, o trabalho envolveu um processo conhecido como transferência de tecnologia.</p>
<p>A Unicamp não comercializa produtos, de forma que a transferência de conhecimentos pelo licenciamento de tecnologias é uma das formas de promover a inovação baseada na ciência produzida na Universidade. Na Unicamp, a <a href="https://www.inova.unicamp.br/">Agência de Inovação Inova Unicamp</a> é a responsável por intermediar esse processo, dando suporte técnico aos docentes e pesquisadores.</p>
<p>O resultado dessa interação com a empresa Rubian Extratos, criada por ex-alunos da Universidade a partir da competição <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a> e graduada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp), contribuiu com a formação de novos profissionais, e também resultou na criação do nutracêutico em pó. Nessa nova fase, os estudos avançaram com desenvolvimentos complementares realizados em colaboração com a <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“A empresa chegou a um extrato, um produto, com uma composição intrigante e conduzimos pesquisas para entender como esses compostos poderiam efetivamente contribuir no combate a doenças crônicas, como a obesidade. Os testes revelaram promissores resultados na redução do tecido adiposo quando os indivíduos foram tratados com esse óleo”, relata Marostica.</p>
</blockquote>
<p>Em 2022, o estudo chegou ao complexo oleaginoso extraído da semente do urucum (<i>Bixa orellana</i>) para atuação na redução da gordura do fígado em pessoas obesas ou com quadros de sobrepeso. Com os avanços nas pesquisas, a invenção teve um segundo depósito de patente realizado em co-titularidade da Unicamp com a Rubian e deu origem ao produto que está no mercado.</p>
<p>O Colliv, como é chamado, usa tecnologias da Unicamp e foi lançado pela Rubian Extratos. O produto está atualmente em processo para obtenção do registro na linha industrial solicitado junto à <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> (Anvisa) e sendo comercializado com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, com distribuição no mercado magistral para todo o Brasil através de farmácias de manipulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>RELEVÂNCIA DA TECNOLOGIA PARA OS PRÓXIMOS ANOS NA REDUÇÃO DA GORDURA NO FÍGADO</strong></h2>
<p>O nutracêutico é uma categoria de suplemento alimentar que inclui em sua formulação compostos bioativos extraídos de alimentos, oferecendo uma variedade de benefícios para a saúde. É o caso da semente de urucum, que se destaca por sua ampla gama de ações no organismo, trazendo vantagens significativas no que diz respeito a questões metabólicas, com enfoque na redução da gordura hepática, também conhecida como esteatose hepática.</p>
<p>O produto concentra seus esforços em pessoas que enfrentam a obesidade ou estão em situação de sobrepeso, uma vez que essa condição representa um fator de risco para o desenvolvimento de doenças hepáticas, como o acúmulo de gordura no fígado. De acordo com o Atlas 2023 da Federação Mundial da Obesidade, há uma projeção de que, nos próximos 12 anos, mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo estarão enfrentando problemas relacionados ao excesso de peso.</p>
<p>Diante desse cenário, essa tecnologia emerge como uma aliada no combate a diversas enfermidades, auxiliando na regulação dos níveis de colesterol, redução de gordura hepática, e modulação da glicemia, contribuindo para a prevenção da diabetes tipo II.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“O fígado é central em nosso metabolismo. O centro do metabolismo fica prejudicado quando você está com aumento de gordura no fígado e isso leva a um mal funcionamento hepático, colocando em risco a vida dessas pessoas”, explica Mário Maróstica, pesquisador responsável pela inovação.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SEGURANÇA E SUSTENTABILIDADE </strong></h2>
<p>Para fazer a extração do complexo oleaginoso da semente do urucum é utilizado o processo de <a href="https://www.inova.unicamp.br/2016/03/3898/">extração por fluido supercrítico</a>. Esse processo extrai uma variedade de fitoquímicos do urucum, todos com propriedades benéficas para a redução da gordura hepática. Eduardo Aledo, co-fundador da Rubian Extratos, explica que o processo de extração é ambientalmente responsável.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“O dióxido de carbono (CO2) é utilizado como solvente, mantendo os principais fitoquímicos intactos do produto e oferecendo ainda uma extração sustentável, pois o CO2 é posteriormente recuperado para ser reutilizado”, comenta Aledo.</p>
</blockquote>
<p>No que diz respeito à segurança e às orientações sobre o uso do produto, Marostica conduziu testes de toxicidade hepática no fígado e não encontrou qualquer indício de toxicidade ou riscos à saúde humana. Além disso, o produto não possui contraindicações e pode ser prescrito a qualquer pessoa que apresenta quadros de obesidade ou sobrepeso.</p>
<p>Embora não seja obrigatória a apresentação de receita médica, é recomendado a prescrição por profissionais de saúde para indicar a dosagem adequada ao paciente, como explicou Aledo, “não é exigida uma receita, mas, devido à sua indicação clínica, o produto deve ser recomendado por um médico”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SOBRE A RUBIAN EXTRATOS </strong></h2>
<p>A tecnologia do urucum foi o que deu origem a Rubian Extratos, uma empresa que surgiu a partir da competição de empreendedorismo <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, no ano de 2015. O programa estimula o desenvolvimento de modelos de negócio a partir de tecnologias da Unicamp, com capacitações gratuitas para seus participantes.</p>
<p>A Rubian Extratos atua no desenvolvimento de produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde e possui como principal objetivo levar tecnologias desenvolvidas na Universidade para a sociedade. A empresa já lançou dois produtos no mercado, o <a href="https://www.inova.unicamp.br/2021/03/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/">Metabody</a> e um complexo antioxidante chamado Rejuvenate, ambos com tecnologias da Unicamp. O produto Colliv, o terceiro desenvolvido pela empresa, está atualmente sendo comercializado com o apoio da farmacêutica Infinity Pharma.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-da-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/">Tecnologia da Unicamp com urucum vira nutracêutico para reduzir gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Maracujá possui propriedades que podem prevenir o envelhecimento da pele</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/maracuja-possui-propriedades-que-podem-prevenir-o-envelhecimento-da-pele/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 19:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unicamp desenvolveu método mais eficiente e sustentável para a extração dos insumos da fruta. &#160; UNICAMP DESENVOLVEU MÉTODO MAIS EFICIENTE E SUSTENTÁVEL PARA A EXTRAÇÃO DOS INSUMOS DA FRUTA &#160; Texto: Marina Fávaro &#124; Especial para o tudo ep  Foto: Reprodução/Freepik Fato é que o consumidor está cada vez mais exigente e preocupado com a sustentabilidade em virtude da emergência [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/maracuja-possui-propriedades-que-podem-prevenir-o-envelhecimento-da-pele/">Maracujá possui propriedades que podem prevenir o envelhecimento da pele</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Unicamp desenvolveu método mais eficiente e sustentável para a extração dos insumos da fruta.</em></p>
<p><span id="more-2412"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/10/tudo-ep-maracuja-possui-propriedades-que-podem-prevenir-o-envelhecimento-da-pele/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<h5 class="sub-title h5 fw-light mb-3">UNICAMP DESENVOLVEU MÉTODO MAIS EFICIENTE E SUSTENTÁVEL PARA A EXTRAÇÃO DOS INSUMOS DA FRUTA</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto:</strong> <span class="">Marina Fávaro</span> | <span class="">Especial para o tudo ep</span> <span class="font-weight-light"><time datetime="7/10/2023 07:00"> <strong>Foto:</strong> Reprodução/Freepik</time></span></p>
<p>Fato é que o consumidor está cada vez mais exigente e preocupado com a sustentabilidade em virtude da emergência climática e da consciência socioambiental. É nesse cenário que os consumidores <b>passam a dar preferência aos produtos constituídos por insumos naturais, saudáveis e sustentáveis</b>; e a indústria, por sua vez, também passa a incorporar esse tipo de mentalidade no desenvolvimento dos produtos e serviços.</p>
<p class="linha-inserir">Foi pensando nisso que pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (FEA-Unicamp) se debruçaram sobre o maracujá, <b>uma fruta nativa do Brasil e que tem propriedades valiosas. </b>É fonte de bioativos benéficos ao organismo. Os pesquisadores constataram que a fruta reserva em suas sementes compostos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele.</p>
<p>Fruto de uma parceria com a Rubian Extratos, que licenciou a patente, a pesquisa é liderada pelo grupo do professor Julian Martínez. Na prática, a Unicamp desenvolve o conhecimento técnico e científico, e a Rubian Extratos oferece os extratos de bioativos do maracujá no mercado, especialmente para indústrias de cosméticos, para que os insumos sejam utilizados na produção de loções hidratantes, por exemplo.</p>
<p class="linha-inserir-slbvideo">“O maior ganho dessa parceria é conseguir uma relação próxima e eficiente entre a pesquisa feita na Universidade e o setor produtivo. A Rubian Extratos, por ter começado como uma startup incubada na Unicamp, se envolveu diretamente com a pesquisa realizada em nosso grupo, e foi o caminho para levar esta tecnologia do laboratório para o mercado”, disse o professor.</p>
<p>Segundo o professor Martínez,<b> o maracujá possui propriedades que estimulam a renovação celular</b> (processo natural e diário que consiste no descarte das células velhas e mortas da pele por células novas) <b>e a produção de colágeno</b> (responsável por manter a estrutura, a firmeza e a elasticidade da pele), o que contribui para que a fruta tenha poder antienvelhecimento.</p>
<p>Apesar das pesquisas sobre as propriedades antienvelhecimento terem começado há alguns anos, as atuais pesquisas também demonstraram que os extratos podem inibir a produção de enzimas responsáveis pela degradação do colágeno e elastina (garante a elasticidade aos órgãos e tecidos, ou seja, permite com que as estruturas se estiquem e retornem à forma natural) e estimular a proliferação de queratinócitos (células mais numerosas da pele).</p>
<p>Além de identificar as propriedades benéficas do maracujá, o grupo do professor Martínez também desenvolveu um método mais eficiente para a extração dos insumos que visa, sobretudo, a preservação do meio ambiente, já que as técnicas convencionais apresentam problemas relacionados ao rendimento, ao tempo de obtenção e ao uso de solventes. Todos esses fatores podem comprometer a qualidade dos extratos, mas também causar danos ao meio ambiente. Então, com o novo método, a Unicamp busca reverter o cenário.</p>
<p>“Sustentabilidade é importante em qualquer processo produtivo”, ressaltou o professor. Para isso, segundo ele, o método, que se baseia na extração contínua com fluidos pressurizados (realizada a partir de solventes limpos e altas pressões),<b> possui três pilares a serem destacados: </b></p>
<p>1) O processo permite aproveitar o bagaço de maracujá, que é um resíduo agroindustrial, oferecendo uma alternativa para evitar o desperdício;</p>
<p>2) O método de extração usa solventes verdes (não são derivados de petróleo) e, com isso, o impacto ambiental é diminuído;</p>
<p>3) Sendo o maracujá um produto brasileiro, o aproveitamento e valorização do bagaço podem ser uma fonte de recursos para produtores locais, resultando em sustentabilidade econômica e social.</p>
<p>De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2022, o Brasil produziu mais de 690 mil toneladas de maracujá no território.</p>
<h6></h6>
<p><strong><a href="https://www.tudoep.com/ep-agro/NOT,0,0,1866597,maracuja-possui-propriedades-que-podem-prevenir-o-envelhecimento-da-pele.aspx">Texto publicado originalmente pela Tudo EP</a></strong></p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/maracuja-possui-propriedades-que-podem-prevenir-o-envelhecimento-da-pele/">Maracujá possui propriedades que podem prevenir o envelhecimento da pele</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O maracujá, uma rica fonte de bioativos naturais para a indústria de alimentos e cosméticos</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/o-maracuja-uma-rica-fonte-de-bioativos-naturais-para-a-industria-de-alimentos-e-cosmeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detalhes sobre pesquisa que extraiu bioativos ricos em propriedade antienvelhecimento de sementes de maracujá, utilizando método novo, mais eficaz e sustentável que os atuais. &#160; PESQUISADORES DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS (FEA) DA UNICAMP, LIDERADOS PELO PROFESSOR JULIAN MARTÍNEZ E EM PARCERIA COM A RUBIAN EXTRATOS, EXTRAÍRAM DA SEMENTE DO MARACUJÁ BIOATIVOS RICOS EM [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Detalhes sobre pesquisa que extraiu bioativos ricos em propriedade antienvelhecimento de sementes de maracujá, utilizando método novo, mais eficaz e sustentável que os atuais.</em></p>
<p><span id="more-2404"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/09/o-maracuja-uma-rica-fonte-de-bioativos-naturais-para-a-industria-de-alimentos-e-cosmeticos/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<h5>PESQUISADORES DA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS (FEA) DA UNICAMP, LIDERADOS PELO PROFESSOR JULIAN MARTÍNEZ E EM PARCERIA COM A RUBIAN EXTRATOS, EXTRAÍRAM DA SEMENTE DO MARACUJÁ BIOATIVOS RICOS EM PROPRIEDADES QUE PREVINEM O ENVELHECIMENTO DA PELE USANDO UM NOVO MÉTODO, MAIS EFICAZ E SUSTENTÁVEL, PARA A OBTENÇÃO DOS EXTRATOS.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto: Christian Marra | Fotos: Divulgação Rubian Extratos e Thais Oliveira</strong> | Substituir ingredientes com aditivos químicos ou industrializados por insumos naturais é um dos principais caminhos que buscam hoje as indústrias alimentícia, cosmética e nutracêutica (fabricante de suplementos alimentares e de substâncias que previnem doenças). O consumidor está mais exigente e tem dado preferência a produtos constituídos de ingredientes naturais e com menos riscos de danos à sua saúde. Melhor ainda se esses ingredientes forem amigáveis ao ambiente. Nessa corrida por insumos mais saudáveis e ambientalmente sustentáveis, o maracujá tem se destacado como uma valiosa fonte de bioativos benéficos ao organismo e, ao mesmo tempo, viável ao seu aproveitamento comercial. Estes foram os resultados de pesquisas desenvolvidas em parceria entre especialistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (FEA Unicamp) e da Rubian Extratos, uma empresa-filha da Unicamp que já oferece no mercado, com sucesso, os extratos de bioativos do maracujá, completando assim o ciclo da inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>AS RICAS PROPRIEDADES DO MARACUJÁ</h2>
<p>As pesquisas foram conduzidas na FEA Unicamp por um grupo liderado pelo professor Julian Martínez, que constatou que o maracujá reserva em suas sementes compostos bioativos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele. “Isso se deve às suas propriedades que estimulam a renovação celular e a produção de colágeno”, explica o professor Martínez. Atuando como parceira nessas pesquisas, a Rubian Extratos licenciou a patente, depositada com o apoio da Agência de Inovação Inova Unicamp, para oferecer os extratos de bioativos do maracujá no mercado. Hoje, a Rubian fornece esses extratos sobretudo a empresas do setor de cosméticos, que usam os bioativos do maracujá como componentes de produtos como séruns e de loções hidratantes ou de limpeza da pele. As pesquisas a partir de um complexo antioxidante contendo bioativos naturais recombinados da semente do maracujá, que constatou as suas propriedades antienvelhecimento, começaram há alguns anos. Além de propriedades antioxidantes e de prevenção ao envelhecimento da pele, a emulsão desenvolvida apresentou características sensoriais adequadas ao seu uso pela indústria cosmética. Segundo o professor Martínez, os extratos combinados na forma de miniemulsões concentram num único produto as propriedades bioativas da parte lipídica e hidroetanólica do maracujá (<em>Passiflora edulis</em>). Outras pesquisas já demonstram que esses extratos obtidos possuem capacidade de inibição das enzimas responsáveis pela degradação da elastina e do colágeno, além de promover a proliferação de queratinócitos, que atuam na renovação celular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>UM NOVO MÉTODO PARA A OBTENÇÃO DOS EXTRATOS</h2>
<p>Outros importantes resultados das pesquisas conduzidas pela equipe do professor Martínez não se limitaram às propriedades benéficas do maracujá, mas se estenderam ao seu método de extração. Esta é também uma importante questão para a indústria, pois além de priorizar o uso de extratos vegetais ricos em bioativos, os fabricantes também procuram servir-se de métodos de obtenção dos extratos que sejam eficazes e não agressivos ao ambiente. As técnicas convencionais apresentam problemas relacionados ao seu rendimento, ao tempo de obtenção e ao uso de solventes, ou seja, podem comprometer a qualidade dos extratos e ainda causar danos ambientais. A nova tecnologia desenvolvida para o processo de extração utiliza fluidos pressurizados para obter os compostos bioativos do maracujá. Através de um método de extração contínuo, que permite que o solvente isento de soluto permeie os poros das partículas da matéria-prima, torna-se possível intensificar a extração, ou seja, permite-se aumentar a produtividade do extrato. Além disso, o método desenvolvido facilita o escalonamento do processo, algo vital para a indústria, que pode produzir o extrato em larga escala para seu aproveitamento em alimentos, fármacos, nutracêuticos e cosméticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A RUBIAN EXTRATOS, UMA PARCEIRA ESTRATÉGICA NAS PESQUISAS</h2>
<p>O avanço das pesquisas com base no maracujá, entre outras fontes naturais, pela equipe da FEA Unicamp tem contado, há alguns anos, com uma importante parceria com a Rubian Extratos, uma empresa-filha da Unicamp. O professor Martínez explica que “o trabalho do nosso grupo de pesquisa com a Rubian Extratos começou há alguns anos, a partir do interesse da empresa no que vínhamos desenvolvendo, como a extração de bioativos a partir do bagaço de maracujá, que gerou um pedido de patente e um licenciamento de tecnologia pela Rubian”.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">O engenheiro químico Eduardo Aledo, gerente-geral e um dos sócios da Rubian Extratos, destaca a importância dessa parceria com os pesquisadores da FEA no desenvolvimento da empresa: “trabalhamos em parceria contínua com a Unicamp. Fazemos a ponte entre o conhecimento técnico e científico com o mercado. O desenvolvimento dos nossos bioativos passa sempre pela academia, e esse é um dos nossos principais diferenciais competitivos”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>A Rubian desenvolve e produz extratos vegetais ricos em bioativos, usados como insumos na fabricação de produtos da indústria cosmética, de alimentos e de suplementos alimentares. A empresa teve seu início na Unicamp em 2014, quando os sócios participaram da competição Desafio Unicamp, organizada pela Inova, e isso despertada a ideia de criar uma startup usando como base de seus negócios as tecnologias da Unicamp. Na sequência, a startup ingressou no programa de incubação da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp) e, desde então, passou a licenciar patentes de novos processos de extração e de aplicação de bioativos naturais, desenvolvidos em parceria com pesquisadores da FEA. A Rubian Extratos atua sobretudo no ramo B2B como fornecedora desses insumos, que se destacam pela sua qualidade superior. Segundo Eduardo Aledo, um dos sócios fundadores da Rubian e que foi mentor empresarial da equipe que competiu no Desafio Unicamp, a razão desse nível são os contínuos investimentos em pesquisa, em parceria com a Unicamp e com outras instituições, que resultam em bioativos com um patamar de qualidade incomum no mercado:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“Os produtos que oferecemos são desenvolvidos após muita pesquisa científica e exaustivos testes. E essa base em dados científicos atesta a nossa credibilidade e garante mais segurança aos nossos clientes. No mercado, existem empresas de extratos com uma variedade enorme em seu menu de produtos. Mas estão longe de ter a mesma profundidade científica nós buscamos alcançar. Assim trabalhamos com bioativos mais seletivos e que conseguem preservar melhor as propriedades originais das matrizes e sementes, o que garante um desempenho superior”, explica Aledo.</p>
</blockquote><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/o-maracuja-uma-rica-fonte-de-bioativos-naturais-para-a-industria-de-alimentos-e-cosmeticos/">O maracujá, uma rica fonte de bioativos naturais para a indústria de alimentos e cosméticos</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Semente do urucum na prevenção da obesidade</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 20:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia desenvolvida na Unicamp e licenciada para a startup Rubian Extratos descreve um complexo oleaginoso extraído da semente do urucum capaz de prevenir a obesidade e comorbidades. &#160; Texto: Caroline Roxo &#124; Foto de capa: Pedro Amatuzzi &#160; Natural da América Tropical, cor fortemente avermelhada e muito utilizada pelos brasileiros, a semente de urucum [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/">Semente do urucum na prevenção da obesidade</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A tecnologia desenvolvida na Unicamp e licenciada para a startup Rubian Extratos descreve um complexo oleaginoso extraído da semente do urucum capaz de prevenir a obesidade e comorbidades.</em></p>
<p><span id="more-2119"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/2021/06/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Originalmente publicado em INOVA Unicamp</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Texto: Caroline Roxo | Foto de capa: Pedro Amatuzzi</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural da América Tropical, cor fortemente avermelhada e muito utilizada pelos brasileiros, a semente de urucum foi estudada por pesquisadores da<strong> <a href="https://www.unicamp.br/unicamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Estadual de Campinas</a></strong> (Unicamp) para ser usada de uma forma bem diferente do que a aplicação como tempero na culinária. O urucum também pode atuar na prevenção do ganho de peso e de comorbidades oriundas da obesidade.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Encontramos no extrato um potencial na redução de inflamações geradas pela obesidade, que está na gênese do desenvolvimento de comorbidades”, explica Mário Roberto Maróstica Júnior, professor que compõe a equipe de estudos da tecnologia.</p></blockquote>
<p>Essa inovação não ficou restrita aos conhecimentos da academia, a tecnologia foi licenciada para a startup <a href="https://www.rubian.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Rubian Extratos</strong></a> no ano de 2015, com o auxílio da <strong><a href="https://www.inova.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inova Unicamp</a></strong>, para o processo de obtenção do complexo oleaginoso por tecnologia de extração supercrítica. Posteriormente, com os benefícios comprovados, em 2019, foi realizado um segundo depósito de patente junto ao INPI, em co-titularidade Rubian e Unicamp, também com apoio da Inova Unicamp, e licenciado novamente para a startup.</p>
<p>A Rubian Extratos, fundada em 2015 e graduada na <strong><a href="https://www.inova.unicamp.br/sobre-a-incamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Incamp</a></strong>, atua no desenvolvimento de produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde e possui como principal objetivo levar tecnologias desenvolvidas na Universidade para a sociedade em forma de produtos. Eduardo Aledo, sócio-fundador da startup, explica que a tecnologia ainda está em estudos e que esse tempo é necessário para comprovar a segurança e a eficácia do complexo, mas já foram encontrados resultados em experimentos in vivo de obesidade induzida por dieta, que mostraram os benefícios na redução e na prevenção da obesidade.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Estamos contando com o apoio do Programa PIPE II, da <strong><a href="https://fapesp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fapesp</a></strong>, e em fase de melhorias no processo extrativo, testes pré-clínicos e testes na parte toxicológica”, conta.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 424px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" fetchpriority="high" class="size-full" src="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-05-28-a%CC%80s-17.15.33-2.png" width="414" height="635" /><p class="wp-caption-text">Complexo oleaginoso extraído da semente do urucum (Bixa orellana) | Foto: Arquivo Pessoal Eduardo Aledo</p></div>
<h2><strong>Os riscos da obesidade </strong></h2>
<p>De acordo com dados divulgados pela <strong><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101748.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa Nacional de Saúde 2019 realizada pelo IBGE</a></strong>, a obesidade acomete cerca de 41 milhões de brasileiros acima de 18 anos, o equivalente a uma em cada quatro pessoas.</p>
<p>A obesidade também é precursora do desenvolvimento de diversas doenças, como hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Com isso, a tecnologia proposta pelos pesquisadores, que é um complexo oleaginoso extraído da semente do urucum (<em>Bixa orellana</em>), possui forte potencial em ser aplicado como insumo ou produto final de suplementos e medicamentos que podem ser indicados para essas milhões de pessoas.</p>
<p>Maróstica e Aledo explicam que o complexo que está sendo estudado possui ação anti-inflamatória e um papel antioxidante, pontos essenciais para o tratamento de comorbidades causadas pela obesidade. “Encontramos resultados promissores na redução dos índices lipídicos relacionados ao colesterol, redução da gordura no fígado e uma modulação na parte glicêmica”, afirma o sócio-fundador da Rubian Extratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Processo sustentável e seguro</strong></h2>
<p>A obtenção do extrato é um processo sustentável, extraído por fluido supercrítico, no qual o CO2 é conduzido a pressão e temperatura específicas, ou seja, na condição supercrítica, obtendo-se assim seletivamente os bioativos no complexo oleaginoso. Esse método é uma técnica limpa, pois, como conta Aledo, “não utiliza solventes tóxicos à saúde, não degrada os bioativos e é feito com gás carbônico (CO2), que posteriormente é recuperado para ser reutilizado”.</p>
<p>Em questão da segurança do extrato, foram realizados alguns testes de toxicidade por meio da atividade das enzimas hepáticas (fosfatase alcalina, AST, ALT), para verificar se apresentava algum efeito colateral do uso do complexo oleaginoso para a saúde do paciente. Os resultados preliminares mostram que o produto pode ser aplicado sem risco. “Não encontramos efeitos colaterais na dose testada”, diz Aledo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Expectativas para o complexo</strong></h2>
<p>A startup, que já <strong><a href="https://www.inova.unicamp.br/noticias-inova/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lançou um produto ao mercado</a></strong>, oriundo de uma tecnologia também licenciada da Unicamp, busca inserir o extrato oleaginoso extraído da semente do urucum no mercado em diferentes formulações nutracêuticas, alimentícias e farmacêuticas. “É muito provável que o produto vá ao mercado consumidor como um pó ou como um óleo encapsulado, com a dose diária recomendada”, expõe Aledo.</p>
<p>Ao apresentar um potencial agente antioxidante, hipocolesterolêmico e anti-inflamatório, concluiu que o extrato possui atributos fundamentais no controle da obesidade e suas comorbidades, como explica Maróstica: “O extrato contém um complexo de compostos bioativos, formado por tocotrienol, geranilgeraniol e ácidos graxos, solúveis em gorduras. Realizamos os testes para verificar os efeitos e a funcionalidade destes extratos na prevenção da obesidade”.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/">Semente do urucum na prevenção da obesidade</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Empresa-filha da Unicamp lança no mercado nutracêutico feito com casca de jabuticaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 20:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A startup Rubian Extratos, empresa-filha da Unicamp, desenvolveu um composto a partir da casca da jabuticaba que oferece soluções para distúrbios metabólicos, além de ser um aliado no controle do peso e na prevenção de comorbidades. &#160; Texto: Caroline Roxo &#124; Foto de capa: Arquivo pessoal Eduardo Aledo Dois anos após o licenciamento, em caráter não exclusivo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em> A startup Rubian Extratos, empresa-filha da Unicamp, desenvolveu um composto a partir da casca da jabuticaba que oferece soluções para distúrbios metabólicos, além de ser um aliado no controle do peso e na prevenção de comorbidades.</em> <span id="more-2115"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/noticias-inova/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Originalmente publicado em INOVA Unicamp</a>
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<p><em>Texto: Caroline Roxo | Foto de capa: Arquivo pessoal Eduardo Aledo</em></p>
<p>Dois anos após o licenciamento, em caráter não exclusivo, de uma patente que revelou o poder do extrato de jabuticaba para a saúde, o nutracêutico <a href="https://infinitypharma.com.br/pre-pagina/metabody/">MetaBody</a>, feito a partir da fruta nativa do Brasil, chega ao mercado. A startup <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, <a href="https://www.inova.unicamp.br/lista-de-empresas-filhas/">empresa-filha da Unicamp</a>, em parceria com a Herbaltec e com a farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, desenvolveu um composto que oferece soluções para distúrbios metabólicos, além de ser um aliado no controle do peso e na prevenção de comorbidades.</p>
<p>Os nutracêuticos são nutrientes específicos e naturais presentes em um alimento. Eles oferecem diversos benefícios à saúde, como é o caso dos compostos, antocianinas e taninos, encontrados na casca da jabuticaba. Essas substâncias apresentam características antioxidantes e anti-inflamatórias, auxiliando na redução do colesterol ruim (LDL), no controle do ganho de peso, na prevenção da inflamação da próstata e, ainda, podem melhorar os níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>A patente é fruto dos estudos do professor Mário Roberto Maróstica Júnior, da <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos</a> (FEA), da Unicamp, e da professora Valéria Helena Alves Cagnon Quitete que iniciaram um projeto pioneiro a partir da casca da jabuticaba. Com o auxílio da Agência da Inovação da Unicamp, as pesquisas desenvolvidas na Universidade geraram a patente que foi registrada no Instituto de Propriedade Intelectual e está disponível para licenciamento desde 2016.</p>
<p>O principal objetivo da empresa-filha foi transformar a tecnologia em estágio embrionário em um composto capaz de oferecer benefícios à sociedade.</p>
<blockquote><p>“O propósito da Rubian é atuar como ponte entre o conhecimento acadêmico e a necessidade do mercado. A Universidade possui muita produção científica que pode ajudar as pessoas, mas [o mercado] necessita de produtos prontos que atendam o consumidor”, conta Eduardo Aledo, fundador da Rubian Extratos.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Da Universidade para o mercado </strong></h2>
<p>O composto está sendo comercializado no segmento magistral, que engloba as farmácias de manipulação, pela distribuidora <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a> na condição de insumo nutracêutico, chamado <a href="https://infinitypharma.com.br/pre-pagina/metabody/">MetaBody</a>. Os nutracêuticos são compostos que podem ser encapsulados e usados como matéria-prima de suplementos alimentares. De acordo com uma pesquisa do <a href="https://www.euromonitor.com/">Euromonitor</a>, o consumo de suprimentos alimentícios no Brasil está decolando, e o país já lidera o mercado latino de Suplementos, apresentando um crescimento de 3% ao ano. Em 2021, a previsão é que o setor atinja 1,4 bilhão de dólares.</p>
<p>No entanto, a fabricação desses compostos leva tempo. É preciso realizar todo o processo de pesquisa com a comprovação dos resultados. Depois, adequar o produto às demandas do mercado consumidor, além de traçar um plano estratégico de comércio para que as pessoas tenham acesso aos benefícios do composto. Todas essas etapas foram vencidas pelo MetaBody, que já está sendo comercializado como matéria-prima para a preparação de fórmulas personalizadas e, posteriormente, busca entrar no setor industrial.</p>
<p>Uma das estratégias da Infinity é a valorização de produtos brasileiros. “Baseado em alguns compostos que trabalhamos, afirmo que mais de 90% são desenvolvidos em empresas do exterior”, conta Bruna Possebon, coordenadora de P&amp;D na Infinity Pharma. O professor Mário Maróstica também observa essa dificuldade de inserção de tecnologias brasileiras no mercado nacional . “Ainda existe muita dificuldade em materializar as pesquisas da universidade, inserindo ciência no mercado consumidor.”, conta o docente.</p>
<p>O lançamento do produto aconteceu no dia 11 de fevereiro e o trabalho agora é de fortalecimento da marca. “O MetaBody já está sendo apresentado em eventos online para clientes e prescritores, através de treinamentos e materiais exclusivos para explicar os benefícios do produto”, diz a coordenadora. O foco da divulgação é ampliar o conhecimento sobre o nutracêutico em todas as regiões do Brasil. “Geralmente, um produto demora cerca de um ano para se fortalecer no mercado e atingir o número de clientes esperados”, expõe Possebon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sustentável e regulamentado </strong></h2>
<p>O produto apresenta baixo impacto ambiental, uma vez que os bioativos naturais são obtidos por meio de processos limpos. Além disso, o composto traz benefícios sustentáveis, já que a casca de jabuticaba, principal material para a produção do MetaBody, será fornecida por indústrias que, anteriormente, descartavam esse material. “Estamos fazendo parcerias com indústrias de sucos e geleias e com fazendas de jabuticabas, que irão fornecer os resíduos de casca de jabuticaba, fonte de matéria-prima para o processo extrativo”, defende Aledo.</p>
<p>A respeito da autorização dos órgãos regulatórios, os nutracêuticos se enquadram na categoria de alimentos e também devem obedecer a critérios regulamentados para serem considerados aceitáveis mediante a <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> (Anvisa).</p>
<blockquote><p>“O produto comercializado pela Infinity Pharma, como matéria-prima, é destinado apenas para farmácias de manipulação, mediante prescrição e, por isso não necessita de registro; agora, em relação às regulamentações para comércio, já passamos por todas”, afirma Possebon.</p></blockquote>
<p>Além da jabuticaba, outros suplementos feitos de frutas nativas do país e voltados à saúde e ao bem-estar estão entre as apostas da Rubian Extratos. Em outra patente licenciada com o auxílio da Inova Unicamp, a startup desenvolve um produto à base de urucum (<i>Bixa Orellana</i>). A tecnologia consiste em um complexo oleaginoso extraído da semente do fruto originário da América tropical, que também pode ser aplicado em tratamentos de emagrecimento e na prevenção de comorbidades.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/">Empresa-filha da Unicamp lança no mercado nutracêutico feito com casca de jabuticaba</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Antienvelhecimento guardado nas sementes do maracujá</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/antienvelhecimento-guardado-nas-sementes-do-maracuja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 20:44:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fruta que possui uma das flores mais belas da natureza, o maracujá, guarda em suas sementes compostos bioativos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele, através de propriedades que ajudam na renovação celular e na produção de colágeno. &#160; Texto por Karen Canto Foto por Thais Oliveira A fruta que possui uma das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A fruta que possui uma das flores mais belas da natureza, o maracujá, guarda em suas sementes compostos bioativos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele, através de propriedades que ajudam na renovação celular e na produção de colágeno. </em></p>
<p><span id="more-2111"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/revista-premio-inventores/antienvelhecimento-guardado-nas-sementes-do-maracuja/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Originalmente publicado em INOVA Unicamp</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Texto por Karen Canto</em><br />
<em>Foto por Thais Oliveira</em></p>
<p>A fruta que possui uma das flores mais belas da natureza, o maracujá, guarda em suas sementes compostos bioativos com potencial de prevenir o envelhecimento da pele, através de propriedades que ajudam na renovação celular e na produção de colágeno. A novidade vem da <strong>Rubian Extratos</strong>, uma startup que, segundo seu sócio-fundador Eduardo Aledo, tem a Unicamp em seu DNA. Incubada na <strong>Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp)</strong> entre os anos de 2015 e 2018, a empresa já realizou quatro licenciamentos de tecnologia com o apoio da <strong>Agência de Inovação Inova Unicamp.</strong></p>
<p>A formulação da <strong>emulsão de maracujá</strong> com propriedades <strong>antienvelhecimento</strong> começou quando, após o licenciamento de uma tecnologia de extração sequencial de bioativos a partir das sementes do maracujá em 2016, a empresa firmou uma parceria de pesquisa com o grupo liderado pelo professor Julian Martínez, da <strong>Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp.</strong> Além de propriedades antioxidantes e de antienvelhecimento, a emulsão desenvolvida apresentou características sensoriais muito interessantes para a indústria cosmética.</p>
<blockquote class=""><p>“A novidade do produto levou a Inova, em parceria com a empresa, a requerer, além da patente nacional em cotitularidade, também a proteção internacional via PCT (Patent Cooperation Treaty), que licenciamos, com exclusividade, para a Rubian, pois acreditamos na possibilidade de alcance de outros mercados, além do brasileiro ”, afirma Iara Ferreira, diretora de parcerias da Inova Unicamp.</p></blockquote>
<p>Martínez explica que os extratos combinados, produto do desenvolvimento, são conhecidos como <strong>miniemulsões</strong>. Elas concentram, num único produto, as <strong>propriedades bioativas da parte lipídica e hidroetanólica</strong> do maracujá (<em>Passiflora edulis</em>). Estudos já realizados demonstram que os extratos obtidos possuem capacidade de inibição das enzimas responsáveis pela <strong>degradação da elastina e do colágeno</strong> e também revelam a capacidade de promover a proliferação de <strong>queratinócitos</strong>, que atuam na renovação celular.</p>
<p>Aledo conta que a empresa ficou muito confiante sobre as <strong>diversas possibilidades de aplicação</strong> da emulsão e que a segurança comprovada em<strong> testes de citotoxicidade</strong>, aliada a propriedades antioxidantes e de antienvelhecimento, levaram o time a empregá-la em produtos cosméticos, como séruns, loções de limpeza e de hidratação. “A previsão de lançamento destes produtos no mercado é até o final de <strong>2021</strong>”, antecipa o empreendedor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Pesquisa em parceria com a Unicamp</strong></h2>
<p>Entre as motivações para o trabalho conjunto com a Unicamp no desenvolvimento de novos produtos, Aledo destaca a <strong>qualidade</strong> da tecnologia, “são produtos limpos por design, não apenas retirados da natureza e colocados no mercado” e também o caráter de <strong>sustentabilidade</strong> dos processos empregados, já que os extratos são obtidos por extração supercrítica, sem utilização de solventes tóxicos e a partir da reutilização de resíduos de maracujá produzidos pela indústria de alimentos na produção de sucos.</p>
<blockquote class=""><p>“Vamos aproveitar o que a natureza nos oferece, sem desperdício. Na economia circular você dá valor a um produto que seria descartado e, nesse caso, há um alto valor agregado a algo que iria para o lixo.”, avalia Aledo.</p></blockquote>
<p>Além do professor Martínez, o desenvolvimento da tecnologia teve a participação da pesquisadora Juliane Viganó, de Philipe dos Santos e Márcio Lopes. O projeto contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (<strong>Fapesp</strong>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sobre a Rubian Extratos</strong></h2>
<p>A Rubian Extratos atua na área de saúde e bem-estar desde <strong>2015</strong>, com foco em tecnologias que permitam a extração de <strong>bioativos</strong> com funcionalidade a partir de <strong>matrizes vegetais</strong>. Além da extração sequencial das sementes de maracujá, a startup também obteve outros licenciamentos de tecnologias desenvolvidas na Unicamp, como a obtenção de<strong> óleo de urucum</strong> e <strong>sementes desengorduradas</strong> e a aplicação dos extratos da <strong>casca de jabuticaba</strong> no controle da obesidade, diabetes e outras comorbidades. A Rubian tem o apoio da Fapesp através do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (<strong>PIPE</strong>), que no momento está em Fase 2, sendo que Fase 1 foi relativa ao desenvolvimento da patente em cotitularidade com a Universidade, direcionada à exploração do produto.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/antienvelhecimento-guardado-nas-sementes-do-maracuja/">Antienvelhecimento guardado nas sementes do maracujá</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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