O upcycling (ou reaproveitamento, em português) é um dos pilares do movimento economia circular, que preconiza um desenvolvimento sustentável fazendo o melhor uso possível dos recursos naturais. Quando aplicados à indústria de alimentos esses conceitos podem trazer ganhos muito significativos.
De acordo com o relatório Alimentação e Economia Circular, da Ellen MacArthur Foundation, produções saudáveis, regenerativas e sem desperdício podem reduzir 4,3 bilhões de emissões de gases de efeito estufa até 2050. Esse número é comparável a tirar cerca de um bilhão de carros do mundo das ruas permanentemente.
A partir desse paradigma, os alimentos são usados de uma maneira circular: após passarem por uma primeira etapa na indústria, tornam-se subprodutos para outro processo e, posteriormente, até insumo para outra empresa.
“Existem vários aspectos que nos motivam a trabalhar com o modelo de upcycling. O mais importante se destaca nas questões ambientais e socioeconômicas, na otimização de recursos do planeta e na inclusão social. Não temos dúvida de que os resíduos hoje são tratados como lixo por falta de uma visão do todo com relação ao potencial dos constituintes botânicos, como também pela falta de um modelo de negócios, industrial e logístico, de tratamento e processamento destes materiais”, disse Eduardo Aledo, sócio e gerente geral da Rubian Extratos, ao Food Connection.
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