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	<title>KueRubi2017 | Rubian Extratos</title>
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	<description>Clear by Design Ingredients</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Jun 2025 11:58:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Food Connection: Upcycling no setor de alimentos reduz geração de resíduos e desperdício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 11:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O reaproveitamento dos alimentos, chamado upcycling food, evita que matérias-primas se tornem uma sobrecarga ambiental fazendo uso de ingredientes que seriam descartados. &#160; O upcycling (ou reaproveitamento, em português) é um dos pilares do movimento economia circular, que preconiza um desenvolvimento sustentável fazendo o melhor uso possível dos recursos naturais. Quando aplicados à indústria de alimentos esses conceitos podem trazer ganhos muito [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/food-connection-upcycling-no-setor-de-alimentos-reduz-geracao-de-residuos-e-desperdicio/">Food Connection: Upcycling no setor de alimentos reduz geração de resíduos e desperdício</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O reaproveitamento dos alimentos, chamado upcycling food, evita que matérias-primas se tornem uma sobrecarga ambiental fazendo uso de ingredientes que seriam descartados.</em></p>
<p><span id="more-2470"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://www.foodconnection.com.br/sustentabilidade/gerenciamento-de-perdas-na-cadeia-de-producao" target="_blank" rel="noopener">upcycling</a> (ou reaproveitamento, em português) é um dos pilares do movimento <a href="https://www.google.com/search?q=economia+circular+foodconnection.com.br&amp;oq=economia+circular+foodconnection.com.br&amp;aqs=chrome..69i57j33i160.10311j0j4&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noopener">economia circular</a>, que preconiza um <a href="https://www.foodconnection.com.br/sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento sustentável</a><a href="https://www.foodconnection.com.br/sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener"> </a>fazendo o melhor uso possível dos recursos naturais. Quando aplicados à <a href="https://www.foodconnection.com.br/tags/industria-de-alimentos" target="_blank" rel="noopener">indústria de alimentos</a> esses conceitos podem trazer ganhos muito significativos.</p>
<p>De acordo com o relatório <a href="https://archive.ellenmacarthurfoundation.org/explore/food-cities-the-circular-economy" target="_blank" rel="noopener">Alimentação e Economia Circular</a>, da Ellen MacArthur Foundation, produções saudáveis, regenerativas e sem desperdício podem reduzir 4,3 bilhões de emissões de gases de efeito estufa até 2050. Esse número é comparável a tirar cerca de um bilhão de carros do mundo das ruas permanentemente.</p>
<p>A partir desse paradigma, os alimentos são usados de uma maneira circular: após passarem por uma primeira etapa na indústria, tornam-se subprodutos para outro processo e, posteriormente, até insumo para outra empresa.</p>
<p>“Existem vários aspectos que nos motivam a trabalhar com o modelo de upcycling. O mais importante se destaca nas questões ambientais e socioeconômicas, na otimização de recursos do planeta e na inclusão social. Não temos dúvida de que os resíduos hoje são tratados como lixo por falta de uma visão do todo com relação ao potencial dos constituintes botânicos, como também pela falta de um modelo de negócios, industrial e logístico, de tratamento e processamento destes materiais”, disse <strong>Eduardo Aledo</strong>, <strong>sócio e gerente geral da Rubian Extratos</strong>, ao <strong>Food Connection</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.foodconnection.com.br/artigos/upcycling-no-setor-de-alimentos-reduz-geracao-de-residuos-e-desperdicio/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Continue lendo no site da Food Connection</a>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/food-connection-upcycling-no-setor-de-alimentos-reduz-geracao-de-residuos-e-desperdicio/">Food Connection: Upcycling no setor de alimentos reduz geração de resíduos e desperdício</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>EXAME: Upcycling food: por que você ainda vai saborear essa tendência sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 11:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o reaproveitamento de alimentos, companhias transformam itens que iriam para o lixo em produtos vantajosos. &#8220;Não julgue pela casca&#8221;. Eis o slogan do Mercado Diferente, companhia paulistana que ganhou fama por vender frutas e verduras que alguns supermercados consideram fora do padrão. É o caso de maçãs com um machucado ou outro, de cenouras [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/upcycling-food-por-que-voce-ainda-vai-saborear-essa-tendencia-sustentavel/">EXAME: Upcycling food: por que você ainda vai saborear essa tendência sustentável</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com o reaproveitamento de alimentos, companhias transformam itens que iriam para o lixo em produtos vantajosos.</em></p>
<p><span id="more-2465"></span></p>
<p>&#8220;Não julgue pela casca&#8221;. Eis o slogan do Mercado Diferente, companhia paulistana que ganhou fama por vender frutas e verduras que alguns supermercados consideram fora do padrão. É o caso de maçãs com um machucado ou outro, de cenouras com formatos inusitados, de batatas mirradas e por aí vaí.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Vinculada à Unicamp, a <strong>Rubian Extratos</strong> também aposta na tendência do upcycling food. Ela produz cosméticos antienvelhecimento e suplementos alimentares a partir de resíduos de cascas de jabuticaba e do bagaço do maracujá, que é disponibilizado pela indústria de sucos e polpas.</p>
<p>Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em <a href="https://exame.com/negocios/upcycling-food-e-tendencia-sustentavel/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>https://exame.com/negocios/upcycling-food-e-tendencia-sustentavel/ </strong></a></p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/upcycling-food-por-que-voce-ainda-vai-saborear-essa-tendencia-sustentavel/">EXAME: Upcycling food: por que você ainda vai saborear essa tendência sustentável</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Veja Saúde: Semente de urucum pode emagrecer o fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/veja-saude-semente-de-urucum-pode-emagrecer-o-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 11:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que extrato da fruta ajuda a reduzir o acúmulo de gordura nesse órgão. &#160; Essa espécie brasileira, mais famosa pela tintura, tem componentes que modulam a maneira como o nosso corpo processa moléculas de gordura. Atenta a isso, a startup Rubian Extratos, criada por ex-alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), encomendou uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra que extrato da fruta ajuda a reduzir o acúmulo de gordura nesse órgão.</em></p>
<p><span id="more-2461"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa espécie brasileira, mais famosa pela tintura, tem componentes que modulam a maneira como o nosso corpo processa moléculas de gordura.</p>
<p>Atenta a isso, a startup Rubian Extratos, criada por ex-alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), encomendou uma pesquisa junto à Faculdade de Engenharia de Alimentos da instituição para entender se o óleo da semente de urucum teria potencial para para desinflar o organismo, particularmente o fígado.</p>
<p>Leia mais em: <a href="https://saude.abril.com.br/alimentacao/semente-de-urucum-pode-emagrecer-o-figado/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><strong>https://saude.abril.com.br/alimentacao/semente-de-urucum-pode-emagrecer-o-figado/ </strong></a></p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/veja-saude-semente-de-urucum-pode-emagrecer-o-figado/">Veja Saúde: Semente de urucum pode emagrecer o fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 11:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em estudo com 49 participantes, pesquisadores da Unicamp observaram que o consumo diário de um suplemento contendo 15 gramas da substância ao longo de cinco semanas melhorou o metabolismo de glicose, inclusive após as refeições. &#160; Texto: Maria Fernanda Ziegler – Agência FAPESP &#124; Foto: Alexandre Campolina – Wikimedia Commons Geralmente descartada por seu sabor [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/">Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em estudo com 49 participantes, pesquisadores da Unicamp observaram que o consumo diário de um suplemento contendo 15 gramas da substância ao longo de cinco semanas melhorou o metabolismo de glicose, inclusive após as refeições.</em></p>
<p><span id="more-2458"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2024/04/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Maria Fernanda Ziegler – Agência FAPESP | Foto: Alexandre Campolina – Wikimedia Commons</p>
<p>Geralmente descartada por seu sabor adstringente, de “amarrar a boca”, a casca da jabuticaba pode ser uma excelente aliada no tratamento da obesidade e da síndrome metabólica, sugere estudo publicado na revista Nutrition Research.</p>
<p>Conduzida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a pesquisa mostrou que o consumo diário de pelo menos 15 gramas da casca da fruta melhorou, ao longo de cinco semanas, os níveis de inflamação e de glicose no sangue de indivíduos com síndrome metabólica e obesidade.</p>
<blockquote><p>“Os compostos fenólicos e as fibras presentes na casca da jabuticaba têm o poder de modular o metabolismo da glicose. Já tínhamos observado esse efeito em estudos anteriores. Neste trabalho, no entanto, avaliamos o consumo prolongado e descobrimos que esse efeito na glicose se dá inclusive no período posterior à refeição, ou seja, na glicemia pós-prandial”, afirma Mário Roberto Maróstica Junior, professor da Unicamp e coordenador da investigação.</p></blockquote>
<p>Segundo o pesquisador, mesmo em indivíduos saudáveis a glicemia costuma aumentar após as refeições, voltando depois aos níveis normais. “Portanto, algo que possa baixar a glicemia após uma refeição é interessante, pois faz com que o sujeito tenha níveis controlados de açúcar no sangue ao longo do tempo, o que resulta em uma vida mais saudável e parâmetros mais controlados”, explica.</p>
<p>O trabalho, apoiado pela FAPESP por meio de três projetos (22/09493-9, 19/12244-8 e 21/02271-8), envolveu 49 participantes com síndrome metabólica e obesidade. Parte recebeu um suplemento diário com 15 gramas de casca de jabuticaba por cinco semanas, e os demais, apenas placebo. Todos foram submetidos a exames de sangue para monitoramento da glicemia. Também foram avaliadas as medidas antropométricas, como peso corporal e circunferência abdominal, além de pressão arterial e parâmetros inflamatórios, como a proteína interleucina-6, considerada um marcador de inflamação relacionada à obesidade.</p>
<blockquote><p>“O estudo apontou resultados positivos em relação à diminuição da glicemia pós-prandial e níveis de inflamação no grupo que recebeu o suplemento. Mas vale ressaltar que a casca da jabuticaba não faz milagre, ela é apenas uma excelente maneira de auxiliar a modulação da glicemia. Isso quer dizer que a estratégia precisa vir acompanhada de outras medidas, como boa alimentação e exercício físico”, destaca o pesquisador à Agência FAPESP.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h3>Compostos bioativos</h3>
<p>Entre os compostos fenólicos presentes na casca da jabuticaba estão as antocianinas, que, além de conferirem a cor arroxeada à jabuticaba e a outras frutas, interferem no metabolismo da glicose, estimulando, sobretudo, as células L-intestinais. “Quando essas substâncias chegam ao intestino, entram em contato com as células L, responsáveis pela liberação de um composto chamado GLP-1 (glucagon-like peptide-1), que estimula a liberação de insulina na célula pancreática”, diz.</p>
<p>O pesquisador ressalta que é a insulina liberada no pâncreas que melhora a utilização da glicose. “Essa é uma das funções da insulina: chegando às células musculares – que são grandes captadoras de glicose – ela realiza uma cascata de sinalização que favorece o transporte da glicose para dentro da célula”, conta.</p>
<p>A síndrome metabólica é um conjunto de alterações metabólicas e hormonais que eleva o risco do indivíduo de desenvolver doenças cardiovasculares. Ela é caracterizada por pressão alta, obesidade abdominal, nível elevado de açúcar no sangue (hiperglicemia) e níveis anormais de triglicerídeos e HDL-colesterol. No estudo, os 49 participantes com síndrome metabólica apresentavam pelo menos três desses cinco fatores.</p>
<p>O pesquisador ressalta ainda que a obesidade em geral está associada com níveis mais elevados de moléculas pró-inflamatórias. “É como se a pessoa tivesse uma inflamação constante e isso prejudica toda a ação da insulina. Por isso que, em geral, pessoas com sobrepeso e obesidade têm também resistência à insulina. Nesses casos, geralmente, apesar de a insulina ser produzida, ela não atua”, diz.</p>
<p>Geralmente esse desbalanço nos níveis de glicose (que leva ao diabetes do tipo 2) pode ser corrigido com medicamentos ou a adoção de hábitos saudáveis e a perda de peso. “A casca da jabuticaba atua também reduzindo a interleucina -6, que tem papel-chave no desenvolvimento de resistência insulínica e contribui para a inflamação do tecido adiposo. Ela tem, portanto, um efeito positivo não só na glicose pré-prandial, mas também reduz os níveis de inflamação, o que a torna uma aliada para os casos de síndrome metabólica”, diz.</p>
<p>O problema, segundo o pesquisador, é que ninguém quer comer a casca da jabuticaba por ela ser muito adstringente. “Mas isso pode ser contornado com o consumo de extratos e suplementos com a casca da fruta já disponíveis no mercado”, completa.</p>
<p>O artigo Jaboticaba peel improves postprandial glucose and inflammation: A randomized controlled trial in adults with metabolic syndrome pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0271531724000277?via%3Dihub.</p>
<p><strong>Texto original publicado em <a href="https://agencia.fapesp.br/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/51236">Agência Fapesp.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como licenciar uma tecnologia da Unicamp</h2>
<p>As pesquisas pioneiras conduzidas na <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos</a> (FEA) da Unicamp com a casca da jabuticaba resultaram em um <a href="https://patentes.inova.unicamp.br/item/1074_casca/?utm_source=wordprees&amp;utm_medium=site-inova-unicamp&amp;utm_campaign=materias-tecnologias">método de extração supercrítica</a>, dos resíduos da fruta nativa do Brasil, que foi protegido com o auxílio da Agência da Inovação Inova Unicamp. A inveção foi licenciada pela empresa-filha da Unicamp, <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, graduada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incamp), que lançou no mecado o nutracêutico <a href="https://www.rubian.com.br/services/bioativos-naturais/">MetaBody</a>, em parceria com a Herbaltec e a <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>.</p>
<p>A Inova Unicamp disponibiliza no <a href="https://patentes.inova.unicamp.br/?utm_source=wordprees&amp;utm_medium=site-inova-unicamp&amp;utm_campaign=materias-tecnologias">Portfólio de Tecnologias da Unicamp</a> uma vitrine tecnológica. Empresas e instituições públicas ou privadas podem licenciar a propriedade intelectual desenvolvida na Unicamp, com ou sem exclusividade, tais como patentes, cultivares, marcas, software e know-how. O <a href="https://www.inova.unicamp.br/licenciamento/">contato e negociação</a> é realizado diretamente com a Agência de Inovação da Unicamp pelo formulário de <a href="https://www.inova.unicamp.br/conexao_empresa/#/">conexão com empresas</a>. A Inova Unicamp também oferta ativamente as tecnologias para as empresas, com a intenção que o conhecimento gerado na Universidade chegue ao mercado e à sociedade. Para conhecer outros casos de licenciamento de tecnologias da Unicamp acesse o <a href="https://www.inova.unicamp.br/cases-de-licenciamento/">site da Inova</a>.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/casca-da-jabuticaba-reduz-inflamacao-e-glicemia-em-pessoas-com-sindrome-metabolica/">Casca da jabuticaba reduz inflamação e glicemia em pessoas com síndrome metabólica</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Insumo a base de urucum desenvolvido na Unicamp atua no controle de gordura no fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia que deu origem ao insumo foi desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp em parceria com a empresa-filha Rubian Extratos. O produto chamado Colliv atua no controle de gordura no fígado. &#160; Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 &#124; Texto: Caroline Roxo – Inova Unicamp &#124; Fotos: Pedro Amatuzzi [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/">Insumo a base de urucum desenvolvido na Unicamp atua no controle de gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia que deu origem ao insumo foi desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp em parceria com a empresa-filha Rubian Extratos. O produto chamado Colliv atua no controle de gordura no fígado.</p>
<p><span id="more-2455"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2024/10/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 | Texto: </strong>Caroline Roxo – Inova Unicamp <strong>| Fotos:</strong> Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp e Eduardo Aledo – Arquivo pessoal</p>
<p>De cor avermelhada, muito utilizada na culinária e de origem brasileira, <b>a semente do urucum possui diversos benefícios para a saúde</b>. Um desses benefícios foi identificado por pesquisadores da <a href="https://unicamp.br/">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a> para <b>atuação no controle metabólico, como no nível de lipídios e acúmulo de gordura no fígado</b>. A descoberta <b>saiu da bancada da Unicamp para o mercado</b>, com o licenciamento da tecnologia pela empresa-filha da Unicamp <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a> e o lançamento do insumo chamado Colliv.</p>
<p>O<b> Colliv é um pó feito a partir da extração e purificação de um complexo de substâncias presentes na semente do urucum capaz de atuar na redução da gordura no fígado</b>, também conhecida como esteatose hepática não alcoólica. O produto é recomendado para <b>pessoas que enfrentam a obesidade ou estão em situação de sobrepeso</b>, uma vez que essa condição representa um fator de risco para o desenvolvimento de doenças hepáticas, como o acúmulo de gordura no fígado.</p>
<p>A tecnologia que deu origem ao Colliv foi<b> desenvolvida por pesquisadores da </b><a href="https://www.fea.unicamp.br/"><b>Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA)</b></a><b> da Unicamp</b>, liderada pelo <b>professor Mário  Maróstica Júnior </b>e com a participação das pesquisadoras Juliana Kelly e Milena Vuolo. A pesquisa teve recurso aprovado pelo <a href="https://fapesp.br/pipe/">Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE)</a> da <a href="https://fapesp.br/">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)</a> e foi <b>patenteada com estratégia da </b><a href="https://www.inova.unicamp.br/"><b>Agência de Inovação Inova Unicamp</b></a>.</p>
<blockquote><p>“Atualmente, em um mundo onde a obesidade e problemas metabólicos são crescentes preocupações de saúde, a <b>colaboração entre academia e indústria é essencial.</b> Essa história de sucesso exemplifica como a ciência e a tecnologia podem se unir para criar soluções inovadoras que impactam positivamente a vida das pessoas”, expõe o pesquisador Mário Maróstica Júnior, que comemora a chegada de mais uma tecnologia da Unicamp ao acesso da população.</p></blockquote>
<p>A chegada desse produto no mercado, capaz de <b>auxiliar na regulação dos níveis de colesterol, reduzir gordura hepática e contribuir para a prevenção da diabetes tipo II,</b> impacta positivamente o cenário atual de saúde pública relacionada à obesidade, em que, de acordo com o <a href="http://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://s3-eu-west-1.amazonaws.com/wof-files/World_Obesity_Atlas_2023_Report.pdf">Atlas 2023 da Federação Mundial da Obesidade</a>, há uma projeção de que, nos próximos 12 anos, mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo estarão enfrentando problemas relacionados ao excesso de peso.</p>
<blockquote><p>“O fígado é central em nosso metabolismo. O centro do metabolismo fica prejudicado quando você está com aumento de gordura no fígado e isso leva a um mal funcionamento hepático, colocando em risco a vida dessas pessoas”, explica Maróstica Jr.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h2><b>Segurança e sustentabilidade na tecnologia</b></h2>
<p>O professor e pesquisador Mário Maróstica Jr. conduziu <b>testes de toxicidade hepática</b> para averiguar a segurança do produto e <b>não encontrou qualquer indício que pudesse pôr em risco a saúde humana.</b> Além disso,<b> o produto não possui contraindicações</b> e pode ser utilizado por qualquer pessoa que apresenta quadros de obesidade ou sobrepeso. No entanto, para fazer uso do insumo, Eduardo Aledo, co-fundador da Rubian Extratos, recomenda que seja<b> procurado um médico</b> para uma prescrição do profissional relacionada a<b> dosagem adequada para cada paciente. </b>O produto pode ser manipulado individualmente ou incluído junto a outros compostos, conforme a prescrição.</p>
<p>Aledo também explica que além da atuação sem prejuízo para a saúde, a<b> tecnologia ainda usa um processo ambientalmente limpo.</b> Para produzir o insumo, é preciso fazer uma extração e purificação de um complexo oleaginoso da semente do urucum, que é feito pela tecnologia de <a href="https://www.inova.unicamp.br/2016/03/3898/"><b>extração por fluido supercrítico</b></a><b>. </b>Esse processo extrai uma variedade de fitoquímicos do urucum, todos com propriedades benéficas para a redução da gordura hepática.</p>
<blockquote><p>“O dióxido de carbono (CO2) é utilizado como solvente, mantendo os principais fitoquímicos intactos do produto e oferecendo ainda uma extração sustentável, pois o CO2 é posteriormente recuperado para ser reutilizado”, comenta Aledo.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<h2><b>Da bancada da Universidade para o acesso da população</b></h2>
<p>Para uma <b>pesquisa desenvolvida dentro de uma universidade chegar ao acesso da população</b> ela precisa passar por etapas que envolvem a <b>proteção da propriedade intelectual e também o licenciamento dessa tecnologia </b>para uma empresa ou instituição que irá validar a tecnologia e seu potencial para se transformar em produto ou serviço para a sociedade. Ou seja, a Unicamp é responsável pelos resultados em nível laboratorial e possibilita que as empresas licenciem essas tecnologias para que elas escalem e cheguem ao mercado.</p>
<p>Na Unicamp, a responsável pela gestão da propriedade intelectual da Universidade, com a disponibilidade de uma <b>vitrine tecnológica no </b><a href="https://patentes.inova.unicamp.br/"><b>Portfólio de Tecnologias da Unicamp</b></a> e também na intermediação do licenciamento das tecnologias para instituições interessadas é a <a href="https://www.inova.unicamp.br/">Agência de Inovação Inova Unicamp</a>, o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade.</p>
<p>A partir da <b>interação entre a Inova Unicamp e a Rubian Extratos</b>, empresa-filha da Unicamp criada por ex-alunos da Universidade a partir da competição <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a> e graduada na <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp)</a>, possibilitou não apenas o<b> licenciamento das tecnologias</b> que deram <b>origem ao insumo em pó</b>, mas também a<b> dois acordos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) </b>entre a empresa e a Unicamp, em regime de licenciamento exclusivo.</p>
<blockquote><p>“A empresa chegou a um extrato, um produto, com uma composição intrigante e conduzimos pesquisas para entender como esses compostos poderiam efetivamente contribuir no combate a doenças crônicas, como a obesidade. Os testes revelaram promissores resultados na redução do tecido adiposo”, relata Marostica.</p></blockquote>
<p>O produto está sendo comercializado com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, que entrou como parceira da Rubian Extratos no processo de distribuição <b>para todo o Brasil através de farmácias de manipulação.</b> O Colliv também está em processo para submissão e obtenção do registro na linha industrial solicitado junto à <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a>, para que possa ampliar a sua comercialização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Saiba mais sobre a Rubian Extratos</b></h3>
<p>A <b>Rubian Extratos</b> é uma <b><i>spin-off</i></b><b> acadêmica da Unicamp</b> que atua no desenvolvimento de<b> produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde </b>e possui como principal objetivo levar tecnologias desenvolvidas na Universidade para a sociedade. A startup foi criada a partir da competição de empreendedorismo <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, no ano de 2015. O programa, que acontece anualmente, estimula o desenvolvimento de modelos de negócio a partir de tecnologias protegidas da Unicamp, com capacitações gratuitas para seus participantes.</p>
<p>A empresa já lançou dois produtos no mercado, o <a href="https://www.inova.unicamp.br/2021/03/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/">Metabody</a> que é um extrato da casca da jabuticaba e um complexo antioxidante chamado Rejuvenate a partir do bagaço do maracujá, ambos com tecnologias da Unicamp. O <b>Colliv é o terceiro produto desenvolvido pela empresa.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>PRÊMIO INVENTORES 2024</b></h3>
<p><b>INVENTORES </b><b>PREMIADOS:</b></p>
<p>Mário Roberto Maróstica Junior (FEA), Eduardo Cesar Andreo Aledo (Rubian), Juliana Kelly Da Silva Maia (Rubian), Maria Angela De Almeida Meireles Petenate (FEA) e Carolina Lima Cavalcanti de Albuquerque (FEA) foram premiados na categoria <b>Tecnologia Absorvida no Mercado</b> no Prêmio Inventores 2024.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO DE HOMENAGENS</b></p>
<p>Esta reportagem integra a série de matérias elaboradas pela <b>Inova Unicamp</b> que abordam algumas das tecnologias licenciadas, absorvidas pelo mercado e empresas <i>spin-offs</i> acadêmicas da <b>Universidade Estadual de Campinas</b>. Você pode acessar esses conteúdos pelo site da Inova e, em breve, em formato de <i>ebook</i> na <b>Revista Prêmio Inventores</b>. A programação do Prêmio Inventores da Unicamp 2024 também incluiu o webinar “20 anos da Lei de Incentivo à Inovação e casos de sucesso de tecnologias da Unicamp absorvidas no mercado”, que aconteceu em 10 de setembro. <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/2024/09/20-anos-da-lei-de-inovacao-e-tema-de-webinar-do-premio-inventores-2024/?utm_source=rd&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=boletim-imprensa">Saiba mais sobre o webinar aqui!</a></p>
<p>Não deixe de conferir todos os premiados no site <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/"><b>Prêmio Inventores da Unicamp</b></a><b>.</b></p>
<p><b>Os patrocinadores do Prêmio Inventores 2024 são:</b> <a href="https://www.clarkemodet.com/pt-pt/">ClarkeModet</a> e <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S</a>.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/insumo-a-base-de-urucum-desenvolvido-na-unicamp-atua-no-controle-de-gordura-no-figado/">Insumo a base de urucum desenvolvido na Unicamp atua no controle de gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>UOL &#8211; Urucum combate inflamação e pode ajudar quem tem gordura no fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/uol-urucum-combate-inflamacao-e-pode-ajudar-quem-tem-gordura-no-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conheça a Rubian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coluna do UOL discute o papel do urucum na saúde e entrevista pesquisadores da RUBIAN. &#160; Um terço dos brasileiros está com gordura infiltrada nas células do fígado e essa proporção é mais que o dobro quando a gente olha apenas para quem tem diabetes. O problema dessa infiltração é que 2 em cada 10 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/uol-urucum-combate-inflamacao-e-pode-ajudar-quem-tem-gordura-no-figado/">UOL – Urucum combate inflamação e pode ajudar quem tem gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Coluna do UOL discute o papel do urucum na saúde e entrevista pesquisadores da RUBIAN.</em></p>
<p><span id="more-2451"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um terço dos brasileiros está com gordura infiltrada nas células do fígado e essa proporção é mais que o dobro quando a gente olha apenas para quem tem diabetes. O problema dessa infiltração é que 2 em cada 10 pessoas com um fígado assim, todo engordurado, desenvolverão fibroses, cicatrizes que atrapalharão o funcionamento desse órgão vital.</p>
<p>O assustador é que uma parte menor — isto é, 5% dos indivíduos — chegará a ter cirrose ou até mesmo câncer de fígado. Não é só isso: muito antes dessa calamidade, a tal da esteatose hepática cria uma usina de substâncias inflamatórias que, derramadas no sangue, abalam até mesmo o coração.</p>
<a href="https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2025/03/05/urucum-combate-inflamacao-e-pode-ajudar-quem-tem-gordura-no-figado.htm" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no UOL</a>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/conheca-a-rubian/uol-urucum-combate-inflamacao-e-pode-ajudar-quem-tem-gordura-no-figado/">UOL – Urucum combate inflamação e pode ajudar quem tem gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 11:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal competição de empreendedorismo da Universidade, o Desafio Unicamp conecta pesquisadores, profissionais e sociedade, impulsionando a criação de startups e negócios sustentáveis. &#160; Por Adriana Arruda Foto: Caroline Roxo – Inova Unicamp O que é necessário para que uma tecnologia se torne uma inovação? Segundo o Manual de Oslo, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Principal competição de empreendedorismo da Universidade, o Desafio Unicamp conecta pesquisadores, profissionais e sociedade, impulsionando a criação de startups e negócios sustentáveis.</em></p>
<p><span id="more-2448"></span></p>
<a href="https://inova.unicamp.br/desafio/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Adriana Arruda</strong><span id="more-11141"></span></p>
<p><em>Foto: Caroline Roxo – Inova Unicamp</em></p>
<p>O que é necessário para que uma tecnologia se torne uma inovação? Segundo o <a href="http://www.finep.gov.br/images/a-finep/biblioteca/manual_de_oslo.pdf">Manual de Oslo</a>, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço), processo, método de marketing ou método organizacional novo ou significativamente melhorado. Embora <strong>patentes e programas de computador garantam a proteção da tecnologia, não bastam para serem considerados inovação.</strong> É preciso que <strong>cheguem à sociedade</strong> – um caminho complexo que exige a colaboração de diversos atores, como cientistas, mentores, estudantes, empreendedores e investidores. Mas como reunir toda essa rede e estruturar um processo que extrapole os muros acadêmicos?</p>
<p>Foi com este propósito que, em 2011, surgiu o <a href="https://inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, a <strong>maior competição gratuita de estímulo ao empreendedorismo e à inovação</strong>, realizado pela <a href="https://inova.unicamp.br/">Agência de Inovação da Universidade Estadual de Campinas (Inova  Unicamp)</a>. Há 15 edições, a competição conecta pessoas a oportunidades reais de transformar conhecimento acadêmico em negócios.</p>
<p>Os participantes, organizados em equipes – muitas vezes interdisciplinares –, <strong>desenvolvem modelos de negócios a partir de tecnologias da Universidade</strong>, protegidas com direitos de patente ou de registro de programa de computador. Atualmente, a competição contempla <strong>três categorias de premiação:</strong> Avaliação da Banca, Impacto Socioambiental (avaliadas por banca) e Voto Popular (com interação do público).</p>
<p>Ao longo dos anos, foram <strong>3.319 inscritos, 809 equipes formadas e 4.441 pessoas capacitadas nos workshops de modelagem de negócios.</strong> O perfil reflete a diversidade do evento, que em 2024 apresentou 57,5% dos participantes com ensino superior em andamento; 13,3% já haviam concluído a graduação; 12,5% cursavam doutorado; 8,7% estavam no mestrado; 5% tinham ensino médio completo; e 3% estavam em estágio de pós-doutorado.</p>
<p>Também no ano passado, entre as áreas de conhecimento dos participantes, as engenharias lideram com 45%, seguidas pelas ciências sociais aplicadas (20%), ciências exatas e da terra (9%) e ciências da saúde e biológicas (8% cada). As ciências humanas representam 5%, enquanto linguística, letras e artes correspondem a 3%, e ciências agrárias a 2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Maratona de vivencias e aprendizados </strong></h1>
<p>Durante a competição, os times <strong>passam por capacitações, <em>workshops</em> e mentorias nacionais e internacionais.</strong> Na segunda fase, os classificados recebem mentoria internacional e treinamento de <em>pitch</em>. “Cada etapa proporciona vivências que simulam obstáculos reais do mercado, desde questões comerciais até estratégias de marketing”, relembra Edylla Andressa Barroso, da equipe Sanitech, vencedora da categoria Avaliação da Banca em 2024.</p>
<p>O grupo, formado por integrantes dos estados de São Paulo e Ceará, de áreas como engenharia elétrica, engenharia de produção, administração e gestão de projetos, trabalhou com um material sustentável para secagem do lodo gerado em estações de tratamento de água (ETAs), utilizando uma técnica de desidratação.</p>
<blockquote><p>“O suporte da Inova foi fundamental para superar nossas dificuldades e concretizar o projeto. A competição teve efeitos duradouros em minha vida, pois hoje tenho uma empresa atuante em propriedade intelectual e modelagem de negócios. É como se eu estivesse ‘refazendo’ o Desafio diariamente – agora, para os meus clientes”, afirma Barroso.</p></blockquote>
<p>Kátia Kishi, supervisora de comunicação da Inova Unicamp, área responsável pela gestão do Desafio Unicamp, explica que o acompanhamento contínuo é essencial para o desenvolvimento dos projetos. “Nosso objetivo é fornecer as ferramentas e o apoio necessários para que os participantes adquiram conhecimento e motivação para avançar em todas as etapas do processo. Muitos desses projetos têm o potencial para se tornarem startups reais de impacto socioambiental positivo”, destaca a supervisora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Da competição à criação de startups</strong></h1>
<p>O impacto do Desafio Unicamp se reflete nos <strong>casos de sucesso</strong> gerados a partir dele. A <a href="https://bnano.com.br/">B.nano</a>, equipe vencedora da categoria de Impacto Socioambiental em 2022, é um exemplo de como sua participação resultou em uma <em>spin-off</em> de sucesso, associada à Unicamp e à Unesp do <em>campus</em> de Sorocaba, interior do estado de São Paulo. A startup licenciou a tecnologia trabalhada durante a competição, que envolve um<strong> pesticida nanotecnológico à base de óleos essenciais</strong>, encapsulado para aumentar a eficácia e a durabilidade no campo.</p>
<blockquote><p>“A invenção melhora a absorção do produto pelas plantas, reduz sua degradação e aumenta o tempo de ação. Isso amplia sua eficiência no controle de fungos, bactérias, insetos e ácaros, tornando-se uma alternativa sustentável para o agronegócio. A meta agora é validar os testes para escalar a tecnologia e disponibilizá-la no mercado, gerando impacto positivo para os produtores e para o meio ambiente”, detalha Anderson Pereira, um dos fundadores da B.nano.</p></blockquote>
<p>Segundo Pereira, a participação no Desafio ajudou o time a mudar a mentalidade de pesquisador para a de empreendedor. Com isso, além de concretizar a abertura da empresa e a formalização de licenciamentos, a <em>spin-off</em> – instalada no Parque Tecnológico de Sorocaba (SP) – passou a oferecer serviços de caracterização e consultoria para otimizar a aplicação de tecnologias sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Vencer o Desafio Unicamp definiu o DNA da nossa empresa. Foi um marco essencial para seguirmos com a startup, focando no desenvolvimento de tecnologias com impacto socioambiental positivo. Agora, a expectativa é que a B.nano seja uma referência em inovação no setor do agronegócio, aliando avanço técnico e sustentabilidade”, aponta Pereira.</p></blockquote>
<p>Além da B.nano, outras startups, como <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, atuante no setor de saúde e bem-estar, e <a href="https://singularseeds.com.br/">Singular Seeds</a>, especializada em qualidade de sementes, também emergiram a partir do Programa, evidenciando seu papel como catalisador da inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Premiações que visam ao apoio financeiro e teórico para as empresas emergentes</strong></h1>
<p>A competição oferece premiações fixas e outras que variam a cada edição. A Inova Unicamp oferece um valor em dinheiro de <strong>3 mil reais para cada integrante da equipe vencedora na categoria da Avaliação da Banca</strong> e, desde 2022, em parceria com a <a href="https://fundacaoeducar.org.br/">Fundação Educar</a>, foi instituída uma nova categoria de premiação, a de Impacto Socioambiental, com o valor do prêmio também de 3 mil reais para cada membro da equipe.</p>
<p>Além disso, também é possível conquistar prêmios que visam a apoiar o desenvolvimento das startups, como o acesso a cursos e treinamentos (da <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S</a>), aceleração do negócio (<a href="https://www.baita.ac/">com a empresa-filha da Unicamp Baita</a>) e isenção da taxa de inscrição da <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp)</a>. Em 2025, a competição também está como prêmio o envio de equipamentos de roteador de alta potência oferecidos pela <a href="https://www.neger.com.br/">Neger Telecom</a>.</p>
<blockquote><p>Pereira salienta a importância do apoio financeiro e teórico recebido na competição: “O capital inicial conquistado com a premiação e a aceleração com a Baita Aceleradora foram fundamentais para nossa evolução. Usamos essas bases até hoje para avaliar nosso modelo de negócio e garantir que estamos no caminho certo”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Inclusão e oportunidades que abrem portas</strong></h1>
<p>O Desafio Unicamp vem intensificando suas ações de acessibilidade, visando à ampliação da participação de pessoas diversas. Em 2024, as transcrições de áudio foram substituídas pela <strong>interpretação simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para todos os eventos da competição.</strong></p>
<p>Além disso, desde 2022, a competição conta com <strong>pontuação extra</strong> para equipes que apresentam <strong>diversidade no perfil de seus membros</strong>, incluindo gênero, raça, nacionalidade e inclusão de pessoas com deficiência. “A proposta é permitir que um maior número de indivíduos tenha a oportunidade de participar e mostrar suas ideias”, reforça Kishi.</p>
<p>A diversidade de público e o alcance nacional, com o registro de inscritos das cinco regiões do Brasil, também foi conquistada pela<strong> mudança da competição do formato presencial para o on-line desde 2020.</strong></p>
<p>Com um horizonte promissor, o Desafio Unicamp reafirma seu papel como ponto de convergência, espaço em que as ideias se materializam e as tecnologias ganham aplicação prática. Ao conectar conhecimento acadêmico, criatividade e colaboração, ele se estabelece como o berço de projetos capazes de mudar realidades, gerar impacto e abrir caminhos para um futuro mais sustentável e inovador.</p>
<p><a href="https://www.comciencia.br/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">A matéria foi publicada em conjunto com a Revista ComCiência</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Serviço</strong></h1>
<p><b>Data limite das inscrições: </b>27/03/2025, ou até se esgotarem as 80 vagas</p>
<p><b>Quem pode participar:</b> Qualquer pessoa com mais de 18 anos em equipe de 3 a 5 integrantes</p>
<p><b>Onde acontece a competição: </b>O Desafio Unicamp é 100% on-line</p>
<p><b>Custo:</b> A competição é totalmente gratuita</p>
<p><b>Site da competição para inscrições: </b><a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">https://www.inova.unicamp.br/desafio/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Sobre o Desafio Unicamp 2025</strong></h1>
<p>A competição é o <b>principal programa de promoção ao empreendedorismo</b> da Universidade, organizado anualmente pela<a href="https://www.inova.unicamp.br/"> Inova Unicamp</a>. Em 14 anos, o Desafio Unicamp já atraiu <b>mais de 3.300 pessoas interessadas no tema</b>. A última edição da competição, em 2024, contou com a participação de 229 participantes, oriundos de 11 estados diferentes do Brasil.</p>
<p>A da 15ª edição espera manter a variedade regional, ampliando a diversidade entre as equipes. O regulamento do Desafio Unicamp 2025 prevê que <b>grupos diversos pontuam mais na entrega da primeira atividade</b>. Os critérios são diversidade em gênero, cor ou raça declarada, nacionalidade e pessoa com deficiência.</p>
<p>Os patrocinadores da 15º edição do Desafio Unicamp são:<a href="https://fundacaoeducar.org.br/"> Fundação Educar</a>, <a href="https://www.fm2s.com.br/">FM2S – Educação e Consultoria,</a> <a href="https://www.baita.ac/">Baita Aceleradora</a> e <a href="https://www.neger.com.br/">Neger Telecom</a>.</p>
<p>Os apoiadores da 15º edição do Desafio Unicamp são: <a href="https://parque.inova.unicamp.br/">Parque Científico e Tecnológico da Unicamp</a>, <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incamp)</a>, <a href="https://uniangels.com.br/">UniAngels</a>, <a href="https://auin.unesp.br/">AUIN – Agência Unesp de Inovação</a> e <a href="https://rme.net.br/programasrme/?gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAh6y9BhBREiwApBLHC9aw3z8vXpICFLWXlkzWKbf2aOd-Uk5Ze8STaZPZyCHSGN2MVMIuXxoC2m0QAvD_BwE">Rede Mulher Empreendedora</a>.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/da-teoria-a-pratica-como-o-desafio-unicamp-transforma-tecnologias-da-universidade-em-inovacao/">Da teoria à prática: como o Desafio Unicamp transforma tecnologias da Universidade em inovação</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Empreendedorismo acadêmico: conheça empresas que surgiram em instituições de pesquisa</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 11:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FGV e Unicamp são exemplos de instituições de pesquisa que possuem incubadoras e aceleradoras de startups. &#160; De acordo com o Observatório Sebrae Startups, o Brasil se tornou o terceiro maior mercado de startups da América Latina. Uma parte significativa desse crescimento vem de startups que surgem em ambiente acadêmico, onde muitas universidades brasileiras estão investindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>FGV e Unicamp são exemplos de instituições de pesquisa que possuem incubadoras e aceleradoras de startups.</em></p>
<p><span id="more-2444"></span></p>
<a href="https://parque.inova.unicamp.br/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o Observatório Sebrae Startups, o Brasil se tornou o <strong>terceiro maior mercado de startups da América Latina</strong>. Uma parte significativa desse crescimento vem de startups que surgem em ambiente acadêmico, onde muitas universidades brasileiras estão investindo em criar as próprias incubadoras e aceleradoras. Essas iniciativas <strong>oferecem suporte a startups fundadas por estudantes e pesquisadores</strong>, fornecendo recursos como mentoria, espaço físico, e acesso a redes de investidores. Instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) são exemplos de ambientes acadêmicos que contam com este tipo de estrutura para transformar pesquisa em inovação.</p>
<p>A aceleradora da Fundação Getulio Vargas chama-se FGV Ventures, e existe desde 2016 com o propósito de fomentar o empreendedorismo ético com alto potencial de crescimento. Enquanto que <strong>a Unicamp, por meio de sua Agência de Inovação Inova Unicamp, possui uma incubadora</strong> chamada <a href="https://parque.inova.unicamp.br/traga-sua-empresa/incubadas/">Incamp – Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp</a>. A Inova faz a gestão da Incamp e desde 2003 busca estabelecer uma rede de relacionamentos da Universidade com a sociedade, a fim de incrementar as atividades de pesquisa, ensino e avanço do conhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Desafios e oportunidades enfrentados por startups que surgem em ambiente acadêmico</strong></h2>
<p>Apesar de essas startups contarem com a estrutura proveniente das instituições de pesquisa, a coordenadora de Ambientes de Inovação e Empreendedorismo da Inova Unicamp, Mariana Zanatta Inglez, é categórica ao afirmar que o empreendedorismo acadêmico traz consigo algumas dificuldades.</p>
<blockquote><p>“Empreender já não é fácil, e empreender a partir de tecnologias da universidade é mais difícil ainda. A <strong>gente vê alguns desafios no dia a dia da incubadora</strong> como a necessidade de transformar uma pessoa, ou um time, que possui um viés muito acadêmico em empreendedores. Geralmente são pessoas que entendem muito da tecnologia que estão desenvolvendo, mas pouco acerca do mercado”, introduziu Zanatta.</p></blockquote>
<p>A coordenadora acrescenta que poder contar com recursos financeiros e saber administrá-los para se desenvolver, gerenciar recursos tecnológicos para evoluir o protótipo inicial, e convencer o mercado a adquirir o produto, são outros <strong>desafios enfrentados pelas startups que surgem em ambiente acadêmico.</strong></p>
<p>Para a diretora do FGV Ventures, Luciana Cualheta as startups que surgem em instituições de pesquisa podem não apenas criar iniciativas inovadoras, mas ajudar a sociedade a enfrentar desafios globais como segurança alimentar, desigualdade social e mudanças climáticas.</p>
<p>“Tendo em vista que <strong>a academia pode levantar informações baseadas em ciência</strong>, é possível utilizar essas informações para tomar ações práticas e alinhadas com os setores público e privado”, destacou Cualheta. A diretora também declarou que na atualidade não basta que as startups pensem apenas no gerenciamento dos lucros, mas também nas externalidades causadas pela empresa.</p>
<blockquote><p>“É por isso que um dos critérios para passar pelo programa de aceleração do FGV Ventures é que os participantes descrevam as externalidades causadas pelo determinado negócio que estão em busca de acelerar, e ao mesmo, um plano para minimizar essas externalidades”, complementou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Cases de sucesso</strong></h2>
<p>A <strong>Inova Unicamp marcou presença no evento Inovação para Competitividade</strong>, organizado pela FGV Ventures em parceria com a Rede de Pesquisa e Inovação da FGV. O evento ocorreu no dia 27 de março, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), quando ambas as instituições apresentaram cases de sucesso sobre startups que foram incubadas e aceleradas em ambientes universitários.</p>
<p>Na ocasião, <strong>Mariana Zanatta Inglez apresentou a <a href="https://www.rubian.com.br/">startup Rubian</a></strong>, que aplica tecnologias de extração supercrítica desenvolvidas na Unicamp para obter extratos naturais de derivados da extensa biodiversidade brasileira, como o urucum, o maracujá e a jabuticaba. A s<strong>tartup que surgiu da competição de modelagem de negócios Desafio Unicamp</strong> utiliza esses insumos para produzir extratos lipídicos, vitamínicos, antioxidantes e carotenoides, que possuem benefícios para combater doenças como obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, esteatose hepática, inflamação da próstata e envelhecimento da pele, além de produzirem corantes e aromas.</p>
<p><strong>Outra startup apresentada foi a </strong><a href="https://www.cosmeticosdobem.com.br/"><strong>S Cosméticos do Bem</strong></a>, que assim como a Rubian passou pelo programa de incubação da Incamp. Ela aplica tecnologias também desenvolvidas e licenciadas da Unicamp para produzir dermocosméticos. Zanatta <strong>apresentou ainda outras</strong> <strong>três empresas que estão atualmente incubadas</strong> na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp: a <a href="https://bgenergy.com.br/">BGEnergy</a>, que atua na área de hidrogênio verde e baixo carbono; a <a href="https://parque.inova.unicamp.br/en/portfolio/rizobioma/">Rizobioma</a>, que desenvolve bionematicidas capazes de substituir agrotóxicos e agentes químicos no controle do plantio; e a <a href="https://parque.inova.unicamp.br/en/portfolio/defense-fertilizer/">Defense Fertilizer</a>, que atua na área de biodefensivos para ferrugem de café.</p>
<p>Outra inovação que surgiu em ambiente acadêmico e marcou presença no evento é a startup <a href="https://iwaste.com.br/">IWASTE</a>. Idealizada pelo empreendedor Frederico Vieira e acelerada pela FGV Ventures, a <strong>startup oferece soluções inovadoras e sustentáveis para a gestão de resíduos industriais</strong> em todo o Brasil, ao transformar resíduos em recursos valiosos, o que otimiza toda a cadeia logística da empresa e promove a sustentabilidade ambiental e a eficiência financeira de seus clientes.</p>
<blockquote><p>“Atuamos com resíduos que ninguém saber o que fazer, como cinza de caldeira de biomassa. Mas <strong>além de entregar eficiência ambiental, entregamos também eficiência financeira</strong>, então trabalhamos muito fortemente reduzindo os custos, e aumentando as receitas de todos os tipos de resíduos. Um exemplo de como aplicamos esses resíduos como matéria-prima de forma inovadora é o aproveitamento das cinzas de biomassa para utilizar como matéria-prima para bateria de carro, pois ela tem uma condutividade elétrica fantástica”, explicou o Xavier durante o painel Inovação Para Sustentabilidade.</p></blockquote>
<p>Outros setores que podem se beneficiar de soluções desenvolvidas em ambientes acadêmicos são: o setor da saúde e a indústria automobilística. A <a href="https://carristas.com.br/">startup Carristas</a>, que também foi acelerada pelo FGV Ventures, busca <strong>transformar a gestão das oficinas mecânicas</strong> ao conectar os clientes com diferentes serviços para veículos. Idealizado pelo empreendedor Rafael Ferreira, o negócio caracteriza um espaço na internet ou app, no qual os proprietários de carros podem se conectar a prestadores de serviço, e acompanhar o serviço em tempo real.</p>
<blockquote><p>“Oficinas mecânicas perdem tempo devido à falta de organização e a gestão muito manual, e os proprietários dos veículos sentem falta de transparência nesse processo. Por isso, a plataforma Carristas oferece transparência do acompanhamento de um serviço em tempo real, no qual a oficina utiliza um sistema que permite o cliente acompanhar todos os detalhes, passando por peças, etapas do processo e previsão de entrega”, apresentou o empreendedor Rafael Ferreira durante o painel Inovação no setor automobilístico.</p></blockquote>
<p>Já na área da saúde, a empresa Healz oferece tecnologia de marketing para este setor. A startup conta com a liderança da empreendedora Gabriela Rosolen, uma das fundadoras de outra startup que foi acelerada pelo FGV Ventures: a <a href="https://www.wiluapp.com/">WILU</a>. A <strong>empresa conecta os usuários a diferentes especialidades em saúde</strong> que vão desde saúde mental, física a desenvolvimento profissional.</p>
<p>É possível conferir a apresentação dessas startups na transmissão do evento que ocorreu no canal da FGV no Youtube: <a href="https://www.youtube.com/live/xdDpIxiDAes">transmissão do evento durante a manhã</a> e <a href="https://www.youtube.com/live/7N599bFQ1wA">transmissão do evento durante a tarde.</a></p>
<p>Para saber mais sobre o FGV Ventures, <a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp/projetos/fgv-ventures">acesse o site.</a></p>
<h5><a href="https://rededepesquisa.fgv.br/noticia/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa"><img decoding="async" class="emoji" role="img" draggable="false" src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/svg/1f310.svg" alt="????" /> Matéria originalmente publicada no site da FGV</a>.</h5><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/empreendedorismo-academico-conheca-empresas-que-surgiram-em-instituicoes-de-pesquisa/">Empreendedorismo acadêmico: conheça empresas que surgiram em instituições de pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Band Campinas &#124; Extrato de urucum diminui inflamação no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um produto lançado no mercado nacional para o tratamento de doenças associadas ao excesso de peso, que leva tecnologias licenciadas da Unicamp foi notícia no Jornal Band Cidade. &#160; As pesquisas conduzidas na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas identificaram que o extrato de urucum diminui a inflamação do fígado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um produto lançado no mercado nacional para o tratamento de doenças associadas ao excesso de peso, que leva tecnologias licenciadas da Unicamp foi notícia no Jornal Band Cidade.</em></p>
<p><span id="more-2418"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/11/band-campinas-extrato-de-urucum-diminui-inflamacao-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
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<p>As pesquisas conduzidas na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas identificaram que o extrato de urucum diminui a inflamação do fígado podendo auxiliar no tratamento para redução de gordura e no controle de colesterol no corpo.</p>
<p>Para disponibilização ao grande público, a empresa-filha da Unicamp, Rubian Extratos, trabalhou no desenvolvimento complementar das tecnologias chegando a um produto nutracêutico, chamado de Colliv, que está sendo comercializado, com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, para farmácias de manipulação.</p>
<p><strong>Assista à reportagem completa:</strong></p>
<p><iframe title="Band Campinas | Extrato de urucum diminui inflamação no fígado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/CxjJ4JXFK4A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/empreendedorismo/band-campinas-extrato-de-urucum-diminui-inflamacao-no-figado/">Band Campinas | Extrato de urucum diminui inflamação no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tecnologia da Unicamp com urucum vira nutracêutico para reduzir gordura no fígado</title>
		<link>https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-da-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[KueRubi2017]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produto desenvolvido pela RUBIAN Extratos é baseado em tecnologia de extração supercrítica, licenciada com o apoio da INOVA Unicamp. &#160; O PRODUTO DESENVOLVIDO PELA RUBIAN EXTRATOS, EMPRESA-FILHA DA UNICAMP, É BASEADO EM TECNOLOGIA DE EXTRAÇÃO SUPERCRÍTICA, QUE FOI LICENCIADA COM APOIO DA INOVA UNICAMP &#160; Texto: Caroline Roxo &#124; Foto: Arquivo Pessoal Eduardo Aledo As pesquisas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Produto desenvolvido pela RUBIAN Extratos é baseado em tecnologia de extração supercrítica, licenciada com o apoio da INOVA Unicamp.</em></p>
<p><span id="more-2415"></span></p>
<a href="https://www.inova.unicamp.br/2023/11/tecnologia-desenvolvida-na-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/" target="no_follow" class="sc_button sc_button_square sc_button_style_filled sc_button_bg_color_style_bg_style1 sc_button_size_small  sc_button_iconed icon-logout popup_link">Reportagem originalmente publicada no website da INOVA UNICAMP</a>
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<h5><i>O PRODUTO DESENVOLVIDO PELA RUBIAN EXTRATOS, EMPRESA-FILHA DA UNICAMP, É BASEADO EM TECNOLOGIA DE EXTRAÇÃO SUPERCRÍTICA, QUE FOI LICENCIADA COM APOIO DA INOVA UNICAMP</i></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Caroline Roxo | Foto: Arquivo Pessoal Eduardo Aledo</p>
<p>As <strong>pesquisas conduzidas na </strong><strong><a href="https://www.unicamp.br/unicamp/">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a></strong> estão trazendo <strong>novas opções de tratamento para doenças associadas ao excesso de peso</strong>, baseadas na biodiversidade brasileira. A mais <strong>nova inovação</strong> surgida das bancadas da Unicamp está em um <strong>extrato da semente do urucum.</strong> O produto com tecnologia patenteada da Universidade foi lançado recentemente pela empresa-filha da Unicamp, <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>, após um trabalho que envolveu pesquisadores da <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp</a>.</p>
<p>A semente de cor avermelhada amplamente usada como tempero na culinária e nativa do Brasil começou a ser<strong> pesquisada pela equipe do professor Mário Roberto Maróstica Júnior </strong>e contou com o recurso aprovado pelo Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da <a href="https://fapesp.br/">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)</a>, com a participação das pesquisadoras Juliana Kelly e Milena Vuolo para seu desenvolvimento. Os <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/2021/06/semente-do-urucum-na-prevencao-da-obesidade/">estudos com o urucum</a> revelaram um potencial surpreendente: a <strong>extração de um complexo de substâncias presentes na semente é capaz de reduzir o acúmulo de gordura no fígado. </strong></p>
<p>“Atualmente, em um mundo onde a obesidade e problemas metabólicos são crescentes preocupações de saúde, a colaboração entre academia e indústria é essencial. Essa história de sucesso exemplifica como a ciência e a tecnologia podem se unir para criar soluções inovadoras que impactam positivamente a vida das pessoas”, expõe o pesquisador Mário Maróstica, que comemora a chegada de mais uma tecnologia da Unicamp ao acesso da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DO LABORATÓRIO DA UNICAMP AO ACESSO DA POPULAÇÃO </strong></h2>
<p>A pesquisa que deu origem ao nutracêutico teve seu primeiro pedido de patente depositado para processos extrativos, coordenados pela professora Mariângela Meirelles, em 2013. Os estudos foram intensificados visando o processo de atuação da semente do urucum no metabolismo de lipídios. Das pesquisas no laboratório da <a href="https://www.fea.unicamp.br/">Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA)</a> até a disponibilização do complexo para o consumo humano, o trabalho envolveu um processo conhecido como transferência de tecnologia.</p>
<p>A Unicamp não comercializa produtos, de forma que a transferência de conhecimentos pelo licenciamento de tecnologias é uma das formas de promover a inovação baseada na ciência produzida na Universidade. Na Unicamp, a <a href="https://www.inova.unicamp.br/">Agência de Inovação Inova Unicamp</a> é a responsável por intermediar esse processo, dando suporte técnico aos docentes e pesquisadores.</p>
<p>O resultado dessa interação com a empresa Rubian Extratos, criada por ex-alunos da Universidade a partir da competição <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a> e graduada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp), contribuiu com a formação de novos profissionais, e também resultou na criação do nutracêutico em pó. Nessa nova fase, os estudos avançaram com desenvolvimentos complementares realizados em colaboração com a <a href="https://www.rubian.com.br/">Rubian Extratos</a>.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“A empresa chegou a um extrato, um produto, com uma composição intrigante e conduzimos pesquisas para entender como esses compostos poderiam efetivamente contribuir no combate a doenças crônicas, como a obesidade. Os testes revelaram promissores resultados na redução do tecido adiposo quando os indivíduos foram tratados com esse óleo”, relata Marostica.</p>
</blockquote>
<p>Em 2022, o estudo chegou ao complexo oleaginoso extraído da semente do urucum (<i>Bixa orellana</i>) para atuação na redução da gordura do fígado em pessoas obesas ou com quadros de sobrepeso. Com os avanços nas pesquisas, a invenção teve um segundo depósito de patente realizado em co-titularidade da Unicamp com a Rubian e deu origem ao produto que está no mercado.</p>
<p>O Colliv, como é chamado, usa tecnologias da Unicamp e foi lançado pela Rubian Extratos. O produto está atualmente em processo para obtenção do registro na linha industrial solicitado junto à <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> (Anvisa) e sendo comercializado com apoio da farmacêutica <a href="https://infinitypharma.com.br/">Infinity Pharma</a>, com distribuição no mercado magistral para todo o Brasil através de farmácias de manipulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>RELEVÂNCIA DA TECNOLOGIA PARA OS PRÓXIMOS ANOS NA REDUÇÃO DA GORDURA NO FÍGADO</strong></h2>
<p>O nutracêutico é uma categoria de suplemento alimentar que inclui em sua formulação compostos bioativos extraídos de alimentos, oferecendo uma variedade de benefícios para a saúde. É o caso da semente de urucum, que se destaca por sua ampla gama de ações no organismo, trazendo vantagens significativas no que diz respeito a questões metabólicas, com enfoque na redução da gordura hepática, também conhecida como esteatose hepática.</p>
<p>O produto concentra seus esforços em pessoas que enfrentam a obesidade ou estão em situação de sobrepeso, uma vez que essa condição representa um fator de risco para o desenvolvimento de doenças hepáticas, como o acúmulo de gordura no fígado. De acordo com o Atlas 2023 da Federação Mundial da Obesidade, há uma projeção de que, nos próximos 12 anos, mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo estarão enfrentando problemas relacionados ao excesso de peso.</p>
<p>Diante desse cenário, essa tecnologia emerge como uma aliada no combate a diversas enfermidades, auxiliando na regulação dos níveis de colesterol, redução de gordura hepática, e modulação da glicemia, contribuindo para a prevenção da diabetes tipo II.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“O fígado é central em nosso metabolismo. O centro do metabolismo fica prejudicado quando você está com aumento de gordura no fígado e isso leva a um mal funcionamento hepático, colocando em risco a vida dessas pessoas”, explica Mário Maróstica, pesquisador responsável pela inovação.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SEGURANÇA E SUSTENTABILIDADE </strong></h2>
<p>Para fazer a extração do complexo oleaginoso da semente do urucum é utilizado o processo de <a href="https://www.inova.unicamp.br/2016/03/3898/">extração por fluido supercrítico</a>. Esse processo extrai uma variedade de fitoquímicos do urucum, todos com propriedades benéficas para a redução da gordura hepática. Eduardo Aledo, co-fundador da Rubian Extratos, explica que o processo de extração é ambientalmente responsável.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“O dióxido de carbono (CO2) é utilizado como solvente, mantendo os principais fitoquímicos intactos do produto e oferecendo ainda uma extração sustentável, pois o CO2 é posteriormente recuperado para ser reutilizado”, comenta Aledo.</p>
</blockquote>
<p>No que diz respeito à segurança e às orientações sobre o uso do produto, Marostica conduziu testes de toxicidade hepática no fígado e não encontrou qualquer indício de toxicidade ou riscos à saúde humana. Além disso, o produto não possui contraindicações e pode ser prescrito a qualquer pessoa que apresenta quadros de obesidade ou sobrepeso.</p>
<p>Embora não seja obrigatória a apresentação de receita médica, é recomendado a prescrição por profissionais de saúde para indicar a dosagem adequada ao paciente, como explicou Aledo, “não é exigida uma receita, mas, devido à sua indicação clínica, o produto deve ser recomendado por um médico”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SOBRE A RUBIAN EXTRATOS </strong></h2>
<p>A tecnologia do urucum foi o que deu origem a Rubian Extratos, uma empresa que surgiu a partir da competição de empreendedorismo <a href="https://www.inova.unicamp.br/desafio/">Desafio Unicamp</a>, no ano de 2015. O programa estimula o desenvolvimento de modelos de negócio a partir de tecnologias da Unicamp, com capacitações gratuitas para seus participantes.</p>
<p>A Rubian Extratos atua no desenvolvimento de produtos e processos inovadores na área de bem-estar e saúde e possui como principal objetivo levar tecnologias desenvolvidas na Universidade para a sociedade. A empresa já lançou dois produtos no mercado, o <a href="https://www.inova.unicamp.br/2021/03/empresa-filha-da-unicamp-lanca-no-mercado-nutraceutico-feito-com-casca-de-jabuticaba/">Metabody</a> e um complexo antioxidante chamado Rejuvenate, ambos com tecnologias da Unicamp. O produto Colliv, o terceiro desenvolvido pela empresa, está atualmente sendo comercializado com o apoio da farmacêutica Infinity Pharma.</p><p>The post <a href="https://www.rubian.com.br/unicamp/tecnologia-da-unicamp-com-urucum-vira-nutraceutico-para-reduzir-gordura-no-figado/">Tecnologia da Unicamp com urucum vira nutracêutico para reduzir gordura no fígado</a> first appeared on <a href="https://www.rubian.com.br">Rubian Extratos</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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